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REINO UNIDO: SALDO COMERCIAL ATINGE £ -8,44 BI DE LIBRAS EM ABRIL; ANT: £ -9,66 BI

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Ativos mencionados

O que a comunidade está dizendo

Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

James gerd

James gerd

@ojjjjames

GBPUSD

· 11 de jan.

Houve discussões sobre a necessidade de uma ação emergencial no Reino Unido, com as taxas atingindo novas máximas e a libra esterlina caindo. Até agora, as autoridades têm resistido a esse apelo. Se você comparar o momento e a volatilidade do $GBPUSD agora com as respostas à crises anteriores, nem chega perto:

James gerd

James gerd

@ojjjjames

GBPUSD

· 15 de nov.

A menos que o dólar tenha uma sexta-feira catastrófica - ou a libra esterlina uma redenção incrível - o $GBPUSD está a caminho de uma perda de 7 semanas (em -2%). Isso corresponde à maior queda em quase exatamente 10 anos. Não vimos uma queda mais longa em 3 décadas (dezembro de 1994).

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

GBPUSD

· 12 de nov.

**MORNING CALL 12.11 - Euforia do Trump trade, dados de atividade no Reino Unido e agenda corporativa no Brasil** Com o meio-feriado em Nova York para trás, o mercado de Treasuries ($US10Y) retoma as atividades, e é provável que vejamos uma pressão nos yields, que continuam se ajustando ao impacto do Trump Trade, acompanhando também a força do dólar ($DXY). Enquanto isso, Wall Street ($SP500) segue em alta, renovando recordes. Hoje, lá fora, não temos indicadores relevantes, mas o mercado estará de olho no balanço da Home Depot ($HD), que sairá antes da abertura do pregão. No Reino Unido ($FTSE), o mercado de trabalho mostrou sinais de desaceleração, mas com uma leve surpresa positiva nos dados de remuneração. Esse aumento nos salários, no entanto, provavelmente não mudará a trajetória de queda gradual dos juros no país. O efeito imediato tem sido uma pressão sobre a libra esterlina ($GBPUSD) nesta manhã, refletindo o impacto do cenário econômico nas expectativas dos investidores. Aqui no Brasil, o dia será mais movimentado, com a divulgação de cerca de dez resultados, entre eles CSN ($CSNA3), que reporta após o fechamento. Além disso, a Ata hawkish segue cobrando compromisso do governo com a agenda fiscal, citando deterioraçao de expectativas.

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

GBPUSD

· 01 de nov.

**MORNING CALL 01.11 - PAYROLL é o nome do jogo! Review do core PCE, dados de China e Europar no radar** Na China ($SSEC), após o PMI manufacturin do NBS de outubro ter superado as expectativas, o PMI manufacturin do Caixin de hoje também surpreendeu positivamente, subindo para 50,3 (consenso: 49,7), compensando em grande parte a queda de setembro. No velho continente, o Reino Unido ($FTSE) continua digerindo o orçamento negativo, com abertura dos Gilts e depreciação da libra esterlina ($GBPUSD) em relação ao dólar. Enquanto isso, na Suíça ($USDCHF), a inflação continua a surpreender positivamente e caiu firme, contratando um cenário onde o corte de juros siga fazendo seu papel nas próximas reuniões. Nos EUA ($SP500), após o Core PCE, principal indicador de inflação utilizado pelo Fed, ter mostrado sinais adicionais de uma inflação controlada e ainda em trajetória cadente, hoje é o dia do Payroll. Sobre o tema em questão, colocamos a expectativa do mercado para o dado em questão, e quais sinais poderiam fazer preço nas bolsas (Link no final do texto do nosso morning call). No Brasil ($IBOV), sem dados locais hard data e com Haddad/Lula fora da agenda local, deveremos seguir a trajetória dos outros EMs a depender de como os dados US virão para pressionar os mercados. **Segue o link do nosso grupo de Ações/ETFs:** https://tc.tradersclub.com.br/dm/4a536767-f50b-412e-9cdc-460878c6a75e/invites/3f61fd4252983cab7fa042466a39f743

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

GBPUSD

· 19 de set.

**MORNING CALL 19.09 - Ressaca do Fed, BCB forecast e mais decisões de política monetária mundo afora** Na madrugada asiática, os principais índices de ações subiram, embalados pela decisão do Fed de cortar 50 bps nas taxas de juros, iniciando um ciclo de relaxamento monetário. Agora, a expectativa é que os bancos centrais asiáticos sigam a dança do Fed, exceto, claro, o imutável Banco do Japão (BoJ), que continua a desafiar a correnteza global. No velho continente ($STOXX), o mercado já cantava a jogada do Banco da Inglaterra (BoE), que manteve a taxa firme em 5%. Com uma agenda econômica tranquila, os índices europeus avançam, aproveitando o alívio trazido pela recente descompressão do Fed. No câmbio, existe a possibilidade de valorização da libra esterlina frente ao dólar ($GBPUSD) caso o BoE não sinalize um afrouxamento monetário futuro. Nesse cenário, o câmbio seria o ativo mais sensível. Ou seja, manutenção + guidance zero = fortalecimento da libra. Nos EUA ($SP500), o Fed cedeu ao empurrão do mercado e cortou 50 bps. Um relatório do BofA aponta que, nos primeiros movimentos de flexibilização, o Fed sempre acaba favorecendo o crescimento em detrimento do valor, com os bonds se saindo melhor que as ações. Ainda aposto que o Russell ($IWM $UWM) continuará a brilhar em comparação com seus pares maiores, já que a tese do soft landing (pouso suave) permanece intacta, pelo menos por enquanto. Por aqui ($IBOV), o mercado agora vai se concentrar nas próximas dicas do BC, já que o ritmo das futuras altas segue indefinido. Com a renda fixa americana perdendo um pouco do brilho, investidores podem ficar mais ousados, e o Brasil pode muito bem se tornar o próximo destino desses caçadores de rendimento. No câmbio, o fluxo já vinha mostrando pressão do gringo e institucional local na ponta vendida. O trade short ($USDBRL) pode ganhar mais força hoje. Não é certeza (nunca é), mas tem muita assimetria dado o contexto geral.

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