RUMO: DANIEL ROCKENBACH ASSUME COMO CEO INTERINO DA CIA
Mover ·
Mover ·
Ativos mencionados
O que a comunidade está dizendo
Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Rodrigo Costa
@rodrigoadcosta
· 12 de mar.
📊 CORPORATIVO 1 $NEOE3 - Iberdrola lançou oferta pública de aquisição de até a totalidade das ações da Neoenergia para fechar o capital na B3; valor total da operação é de R$ 6,4 bi, com leilão marcado para 9 de abril às 15h; objetivo é consolidar o controle acionário da distribuidora. $PCAR3 - GPA obteve aprovação judicial do plano de recuperação extrajudicial que abrange R$ 4,5 bi em obrigações sem garantia, com adesão de credores que detêm 46% da dívida (R$ 2,1 bi); empresa tem R$ 1,7 bi vencendo em 2026 e capital circulante negativo de R$ 1,22 bi. $PETR4 - Petrobras: plataforma P-78 atingiu a primeira injeção de gás no campo de Búzios em 2 de março, 61 dias após o primeiro petróleo em 31 de dezembro; unidade tem capacidade para 180.000 barris/dia e 7,2 mi m³/dia de gás, com capacidade de armazenamento de 2 mi barris.. $PLPL3 - Plano&Plano registrou lucro líquido de R$ 133,4 mi no 4T25, alta de 52,3% a/a; Ebitda ajustado de R$ 191,3 mi cresceu 51,4%; receita líquida de R$ 1,07 bi avançou 59,9% ante o 4T24, impulsionada pelo forte volume de lançamentos e aceleração das entregas no período. $RAIZ4 - Raízen: CRAs negociam a 30% do valor de face após entrada em recuperação extrajudicial com R$ 65,1 bi em dívida reestruturada; bloco de R$ 8 mi foi negociado a 40% do valor nominal; bonds locais operam em torno de 40% e bonds externos próximos de 50% do face value. $RAIL3 - Rumo Malha Central cancelou emissão de R$ 1,5 bi em debêntures incentivadas coordenadas por Itaú BBA e BTG Pactual, citando condições desfavoráveis de mercado e conjuntura adversa; era a primeira operação de captação de dívida da subsidiária no mercado em 2026. $SLCE3 - SLC Agrícola reportou prejuízo de R$ 70,7 mi no 4T25; lucro anual de R$ 565,2 mi cresceu 17,3%; Ebitda R$ 633,1 mi +3,6% no trimestre; 72,3% da área de milho semeada fora do período ideal; companhia ainda não garantiu potássio e nitrogênio para a safra 2026/27. $VBBR3 - Vibra registrou lucro líquido ajustado de R$ 615 mi no 4T25, alta de 20,5% a/a; sem ajuste o lucro foi de R$ 679 mi, alta de 33,1%; Ebitda ajustado de R$ 2,62 bi cresceu 100,5%, impulsionado por maior rentabilidade na distribuição e expansão de renováveis e premium. $YDUQ3 - Yduqs reportou Ebitda ajustado de R$ 458,9 mi no 4T25, alta de 16% a/a e acima da estimativa de R$ 439 mi; receita de R$ 1,30 bi (+3%) ficou aquém dos R$ 1,33 bi projetados; prejuízo líquido de R$ 49,5 mi no trimestre; caixa livre anual de R$ 500 mi, alta de 38%.
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 11 de mar.
📊 CORPORATIVO $ALOS3 - Allos registra lucro líquido de R$ 252 mi no 4T25, alta de 62,1% ante 4T24; Ebitda ajustado cresce 7,4% para R$ 619,4 mi; receita líquida de R$ 798 mi, +4,6%; companhia projeta Ebitda entre R$ 2,17 bi e R$ 2,24 bi para 2026 $BRSR6 - Banrisul anuncia JCP de R$ 90 mi referente ao 1T26, a R$ 0,22006263 por ação ON, PNA e PNB; data com em 13/3/2026, ex-direito a partir de 16/3 e pagamento em 26 de março de 2026 $CURY3 - Cury registra lucro líquido de R$ 270 mi no 4T25, alta de 62,9% ante 4T24; Ebitda ajustado cresce 50,6% para R$ 359,3 mi; receita líquida avança 37,2% para R$ 1,42 bi; geração de caixa mais que dobra para R$ 321,1 mi no trimestre $LUPA3 - Lupatech firma contrato de R$ 68,4 mi com a Petrobras para manutenção de válvulas fire-safe e atuadores manuais, hidráulicos e pneumáticos, além de fornecimento de peças; vigência de 760 dias, prorrogáveis por igual período, sem volume mínimo garantido $PGMN3 - Pague Menos e acionistas levantam R$ 458 mi em follow-on, com 35 mi de ações primárias a R$ 229,25 mi e 35 mi secundárias ao mesmo valor; lote adicional de até 55 mi de ações não foi exercido; liquidação prevista para 12 de março de 2026 $PRIO3 - Prio reverte lucro de US$ 1,074 bi e registra prejuízo de US$ 185,3 mi no 4T25, impactado por maior depreciação e ajuste tributário cambial; receita líquida cresce 20% para US$ 586,1 mi; no ano, lucro ex-IFRS 16 cai 77% para US$ 405 mi $RAIL3 $CSAN3 - Cosan nega negociação em curso para venda de sua participação na Rumo, mas admite avaliar iniciativas de desalavancagem e simplificação que podem incluir alienação de participações em investidas; companhia diz não haver engajamento com interessado específico $RAIZ4 - Raízen protocolou pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar dívidas quirografárias de R$ 65,1 bi; plano já conta com adesão de credores titulares de mais de 47% das dívidas; companhia tem 90 dias para obter percentual mínimo para homologação $SMFT3 - Smartfit registra lucro líquido de R$ 241,5 mi no 4T25, alta de 23% ante 4T24; Ebitda cresce 27% para R$ 620,5 mi, com margem de 31,3%; receita líquida de R$ 1,95 bi, +26%; base de clientes atinge 5,21 mi, +7,7%; rede chega a 2.084 academias, +20% anual $UGPA3 - Ultrapar não confirma nem nega negociação para vender 30% da Ipiranga à Chevron, limitando-se a dizer que está sempre atenta a oportunidades de negócio e que divulgará fato relevante se aplicável; Brazil Journal cita fontes dizendo que preço já foi acordado 📊 CORPORATIVO
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 10 de mar.
📊 Cosan | $CSAN3 | 4T25 | 🟨 EBITDA acima do esperado e desalavancagem em andamento A Cosan reportou EBITDA sob gestão de R$7,8bn no 4T25, acima das estimativas de R$6,7bn, embora ainda 3% abaixo YoY. O desempenho foi impactado por resultados mais fracos em $RAIZ4, Radar, Moove e Compass, parcialmente compensados pelo desempenho mais forte da $RAIL3 🛢️🚂. Apesar da queda anual, o trimestre mostrou avanços relevantes na estrutura de capital, com forte geração de caixa e redução significativa da dívida após eventos de liquidez. 💰 Resultado e desempenho das subsidiárias O trimestre foi marcado por dinâmicas distintas entre as investidas: 1. Compass: EBITDA de R$1,1bn, queda de 25% YoY, refletindo principalmente a venda da Norgás em 2024, parcialmente compensada por ajustes tarifários e melhora de mix. 2. Moove: EBITDA de R$292mn, praticamente estável YoY, com recuperação gradual após o incêndio na planta do Rio de Janeiro. 3. Radar: EBITDA de R$1,4bn (-6% YoY), impactado por menor volume de venda de propriedades agrícolas. O portfólio de terras foi reavaliado em R$17,9bn, com participação da Cosan equivalente a R$5,5bn. 4. Rumo: apresentou desempenho operacional melhor YoY, ajudando a compensar a fraqueza nas demais unidades. 📉 Resultado líquido A Cosan reportou prejuízo líquido de R$5,8bn, melhor que a estimativa de R$8,6bn de perda, e também menor que o prejuízo de R$9,3bn no 4T24. A melhora anual reflete principalmente: - menor impacto de impairment relacionado à Vale - reversão de provisões tributárias - redução das despesas financeiras líquidas. 📊 Alavancagem e estrutura de capital A companhia apresentou redução significativa da dívida corporativa, com dívida líquida caindo para R$5,9bn, ante R$18,2bn no 3T25, após aumento de capital e venda de participação na Rumo. No consolidado: - Dívida líquida total: R$61,8bn (vs. R$72,1bn no 3T25) - Alavancagem: 3,1x EBITDA (vs. 3,7x no 3T25) O custo médio da dívida subiu para CDI +0,97%, com prazo médio estável em 5,8 anos. 📉 Cobertura de juros A cobertura de juros caiu para 0,9x, ante 1,0x no trimestre anterior, refletindo menor recebimento de dividendos no período. A expectativa é de melhora ao longo dos próximos trimestres com a redução das despesas financeiras. 💵 Fluxo de caixa A companhia apresentou superávit de caixa de R$12,5bn no trimestre, impulsionado por: - R$10,3bn de aumento de capital - R$2,9bn em desinvestimentos líquidos, incluindo venda de ações da Rumo. Esses recursos foram parcialmente compensados por R$682mn em juros pagos e R$624mn em dividendos de ações preferenciais. 🎯 Conclusão 🟩 EBITDA acima das estimativas 🟩 Redução relevante da dívida e melhora da liquidez 🟨 Resultados operacionais mais fracos em algumas subsidiárias 🟨 Cobertura de juros ainda pressionada O trimestre mostra progresso importante no processo de desalavancagem, e os efeitos das recentes mudanças na estrutura de capital devem se tornar mais visíveis nos próximos trimestres.
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 10 de mar.
🚂 $RAIL3 | $UGPA3 e Perfin negociam compra de participação A Ultrapar, liderada por seu chairman Marcos Lutz, estaria em negociações com a gestora Perfin para adquirir uma participação na Rumo, segundo reportagem da Bloomberg. As conversas ainda estão em estágio inicial e detalhes como tamanho da fatia e estrutura da transação seguem em aberto. A expectativa é que a Perfin tenha uma participação menor que a da Ultrapar. O movimento ocorre em um contexto em que a $CSAN3, controladora da Rumo, vem discutindo alternativas estratégicas para seu portfólio, possivelmente incluindo venda parcial de ativos. Desde 2025, BTG e Perfin já entraram na estrutura de controle da Cosan por meio de um aumento de capital, o que reforçou a narrativa de otimização de portfólio e eventual monetização de participações. ⸻ 🔎 Possíveis estruturas da transação Nosso cenário-base considera três pontos principais: 1️⃣ Compra inicial de ~10% da Rumo Ultrapar e Perfin poderiam adquirir cerca de 10% da participação da Cosan, levando sua posição total próxima ao limite da poison pill de 15% existente na companhia. Esse limite poderia ser contornado via alteração estatutária ou adesão ao acordo de acionistas. 2️⃣ Compra da participação total da Cosan (menos provável) Uma aquisição integral poderia levantar discussões sobre tag-along e mudança de controle, mas não parece ser o cenário mais provável neste momento. 3️⃣ Preço potencial da transação O estatuto da Rumo define o preço da poison pill como o maior entre alguns critérios pré-definidos. Excluindo algumas metodologias menos prováveis, o intervalo estimado ficaria entre R$19,30 e R$21,30 por ação, representando 21%–34% de prêmio sobre o último fechamento. ⸻ 📊 Leitura estratégica Caso a operação se concretize, Ultrapar e Perfin poderiam se tornar acionistas relevantes da Rumo, potencialmente próximos ao limite estatutário de 15%. O timing parece alinhado com movimentos estratégicos recentes de ambas as partes — incluindo rumores de venda de ativos da Ultrapar, como Ipiranga e Ultracargo, e a agenda de desalavancagem/rotação de ativos da Cosan.
Israel Massa
@massa
· 09 de mar.
**Ultrapar e Perfin estariam em negociações por 30% da Rumo** $RAIL3 $CSAN3 A Ultrapar Participações SA, presidida por Marcos Lutz, está em negociações, junto com o fundo de infraestrutura Perfin, para adquirir cerca de 30% de participação na operadora ferroviária brasileira Rumo SA, segundo pessoas familiarizadas com o assunto. As discussões ainda exigem acordo sobre termos-chave e não há certeza de que uma transação será concluída, disseram as fontes, que pediram para não ser identificadas porque o tema é privado. O tamanho da participação e a estrutura de qualquer acordo ainda estão sendo avaliados e podem mudar, embora seja esperado que a Perfin fique com uma participação menor que a Ultrapar. As duas empresas comprariam suas participações da Cosan SA, conglomerado que atua nos setores de açúcar, lubrificantes, distribuição de combustíveis, transporte ferroviário e fornecimento residencial de gás natural. O BTG Pactual Holding, que injetou capital na Cosan em setembro, está entre as partes que pressionam a companhia a realizar desinvestimentos, segundo as fontes. A Cosan tem buscado novos recursos, incluindo a possibilidade de realizar um IPO da Compass, sua unidade de gás e energia. Um IPO bem-sucedido da Compass poderia reduzir a necessidade de vender participação na Rumo, disse uma das fontes. Perfin, Cosan e Rumo se recusaram a comentar. A Ultrapar disse que não comentaria, acrescentando que “sempre que houver informação relevante, comunica ao mercado, conforme a regulamentação aplicável”. Uma transação marcaria uma mudança significativa na base acionária da Rumo e aprofundaria a expansão da Ultrapar em infraestrutura e logística agrícola. A Ultrapar vem construindo posição na Rumo nos últimos meses, disse uma das fontes. Se concluído, o negócio ampliaria a presença da Ultrapar nos corredores de exportação de grãos do Brasil. O grupo controla a operadora hidroviária Hidrovias do Brasil SA, que transporta grãos e outros produtos do Centro-Oeste para portos do Norte do país. A Rumo transporta safras do Centro-Oeste por ferrovia até portos do Sul, dando a ambas grande exposição às exportações agrícolas brasileiras. Para a Cosan, a venda poderia ajudar a fortalecer o balanço enquanto o conglomerado revisa seu portfólio de ativos, disseram as fontes. O grupo tem sido pressionado pelo aumento da dívida em seu negócio de açúcar. A Perfin recentemente se juntou ao BTG Pactual Holding nos esforços para melhorar a posição financeira da Cosan após a empresa sofrer pressão. O BTG também avalia oportunidades para vender terras agrícolas pertencentes à Radar, outra subsidiária da Cosan, disse uma das fontes. Essas discussões estão atualmente em pausa devido à desaceleração do setor agrícola.
Baixe o app para ver todas as opiniões da comunidade