SAFRA REBAIXA RECOMENDAÇÃO DE TIM PARA 'NEUTRA' COM PREÇO-ALVO DE R$28,00
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Ativos mencionados
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Iuri Franceschini
@iurii_fr
· 25 de fev.
Ações que fecharam hoje em máxima histórica: $TIMS3 $SBSP3 $ALOS3 $CPLE3 $IGTI11 $AURA33.
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 24 de fev.
📡📊 $TIMS3 | Guidance 2026 em linha, mas dividendos surpreendem positivamente A TIM divulgou seu guidance para 2026, amplamente em linha com o outlook trienal (2025–2027) anunciado no ano passado. A principal surpresa veio na remuneração ao acionista 💰. 🔎 Relembrando o guidance 2025–2027: 📈 Crescimento de receita de serviços: ~5% ao ano 📊 Crescimento de EBITDA: 6–8% ao ano 🏗️ Capex nominal estável: R$4,4–4,6 bi/ano 💸 Crescimento do OpFCF: 11–14% ao ano O guidance 2026 basicamente reitera esses números. ���� Dividendos: o destaque positivo A remuneração ao acionista para 2026 foi elevada para R$5,3–5,5 bilhões, acima da nossa estimativa anterior de R$4,8 bilhões. 📊 Isso implica um yield próximo de 8% para 2026, claramente acima do esperado e o principal vetor positivo do anúncio. Em um contexto de tese baseada em geração de caixa e previsibilidade, esse incremento reforça a atratividade relativa do papel dentro do setor. 🤔 Ausência de guidance 2026–2028 gera especulação Um ponto que pode chamar atenção do mercado é a ausência de um novo guidance de longo prazo (2026–2028), tradicionalmente divulgado junto à atualização anual. Desta vez, a companhia apresentou apenas metas para 2026. A administração indicou que o outlook mais longo será divulgado no 2S, mencionando uma questão estratégica em nível de grupo, mas sem detalhamento adicional. Naturalmente, isso pode alimentar especulações. 📶 Estratégia: mobile-centric, mas com opcionalidade Hoje, a TIM é essencialmente uma operadora focada em mobile 📱. O mercado frequentemente debate se a companhia deveria acelerar investimentos em banda larga fixa para construir uma proposta plenamente convergente (mobile + fibra). No material divulgado hoje, a empresa destacou: 🌐 Esforços para fortalecer a operação de broadband 🔄 Avaliação de movimentos inorgânicos 📊 Análise do impacto da convergência no core mobile Ou seja, há reconhecimento explícito da importância estratégica do tema. 🎯 Conclusão O guidance operacional veio em linha com o já esperado, reforçando previsibilidade. O diferencial positivo foi a remuneração ao acionista, acima das estimativas. O foco agora se desloca para: Divulgação do guidance de médio prazo no 2S Eventuais movimentos estratégicos em convergência Sustentabilidade da geração de caixa diante do ambiente competitivo A combinação de disciplina de capex, crescimento moderado e payout elevado continua sendo o principal pilar da história da TIM no curto prazo.
Jair Bautto
@bautto
· 11 de fev.
Está certo esse preço alvo de R$ 22,00?? O papel já está a + de R$ 28 ,00 hoje e vem acima de R$ 22 já faz algum temp...
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 11 de fev.
$INBR32 $SUZB3 $TIMS3 $KLBN11 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS:** 🟢 Suzano (+) BEAT forte no consolidado com EBITDA ajustado 10% acima do consenso geral, puxado por volumes maiores na celulose. Além disso, houve forte alavancagem operacional devido a: i) custos menores e ii) margens mais estáveis QoQ. Números bons para o crescimento da tese no low de ciclo. 🟡 Inter (=) IN LINE com algumas nuances na composição do resultado. Apesar da alta na NIM, o Opex acelerou bastante e a eficiência também piorou, limitando um upside mais firme na tese. Na minha visão, aqui já tem bastante futuro embutido nos preços de tela. 🟢 Tim (+) BEAT em todas as linhas com destaque para o móvel (core business) apresentando crescimento real recorrente. Acho que boa parte dessa excelência já está no preço, mas o sell side pode continuar gerando revisões positivas na tese. Não tentaria nada aqui. 🔴 Klabin (-) MISS pelo EBITDA abaixo das estimativas e pela geração de caixa (ex dividendos, investimentos...) fraca -291 mn. Ponto positivo foi que a dívida líquida ficou flat QoQ. Apesar do múltiplo barato, faltam catalisadores no curtíssimo prazo para embelezar a tese.
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 11 de fev.
TIM Brasil | $TIMS3 | 4T25 | 🟩 Resultado geral acima do consenso A TIM entregou um 4T25 forte, com receita, EBITDA e lucro acima das estimativas, sustentados por crescimento robusto do core móvel, expansão relevante de margens e controle estrutural de custos. O trimestre reforça a leitura de qualidade operacional elevada, com ganhos recorrentes de eficiência e geração de caixa sólida, mesmo com capex ligeiramente acima do esperado. Os números-chave vieram positivos. A receita líquida alcançou R$6,9bn (+4,4% a/a), 0,5% acima da estimativa. O EBITDA cresceu 9,7% a/a, ~3% acima da casa e 2,5% acima do consenso, com margem de 53,1% (+2,6pp a/a; +1,4pp t/t), 1,3pp acima do esperado (🟩). O EBITDA-AL avançou 12,3% a/a, 4,7% acima da estimativa, com margem de 42,2% (+3,0pp a/a; +1,8pp t/t). O lucro líquido somou R$1,3bn (+27,9% a/a), ~20% acima da estimativa e 18,5% acima do consenso, beneficiado por resultado financeiro melhor e impostos (🟩). Momentum operacional permaneceu robusto. A receita de serviços móveis desacelerou marginalmente para +4,8% a/a (vs. +5,2% no 3T) por comps mais difíceis em “outras receitas”, mas a receita móvel gerada por clientes manteve +6,3% a/a, ~2pp acima da inflação, sinalizando pricing power e qualidade do crescimento (🟩). A linha fixa voltou a crescer +9,4% a/a (vs. -0,7% no 3T), superando estimativas e deixando de ser um drag (🟩). Destaque de margem: a expansão do EBITDA para 53,1% foi excepcional. Além de eventos favoráveis pontuais (roaming com baixo custo, créditos de Fistel, efeitos tributários), houve melhora estrutural nas despesas: pessoal -7,8% a/a (vs. +6,0% no 3T), redução de camadas gerenciais, renegociação com fornecedores, digitalização e melhor gestão de custos de conteúdo. Esses vetores são vistos como recorrentes (🟩 qualitativo). Em capex, o gasto ficou 5,7% acima da estimativa; ainda assim, EBITDA-AL menos capex superou o esperado em 3,8%, preservando a geração de caixa. O trimestre deve levar o capex anual mais próximo do topo do guidance, sem comprometer margens. Outlook: os resultados devem ancorar revisões levemente positivas de receita, margem EBITDA, FCF e lucro. A companhia deve atualizar o guidance com os resultados da Telecom Italia em 24/fev. Em valuation, a ação negocia a ~13,7x P/E e ~10% de FCF yield em 2026, ainda atrativo para um negócio com FCF em crescimento de dois dígitos. Leitura final: o 4T25 foi 🟩 acima do consenso, com crescimento de core, margens em forte expansão e lucro bem acima das estimativas. O trimestre reforça a tese construtiva para o móvel e sustenta revisões positivas à frente.
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