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Sem aquisição pelo BTG, mercado e agências de clasificação de risco veem situação do Digimais se complicar

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Mesmo antes de ser alvo da operação da Polícia Federal, nesta terça-feira, por fraudes financeiras, o futuro das operações do banco Digimais, controlado pelo bispo Edir Macedo, líder da Igreja Universal do Reino de Deus, já era alvo de desconfiança na Faria Lima. Assim como o liquidado banco Master, a instituição vinha oferecendo remuneração muito acima do mercado para seus CDBs (Certificado de Depósitos Bancários), que ficavam entre 115% a 140% do CDI (Certificado de Depósito Interbancário). O mercado vê a situação do Digimais se complicar, já que a compra do banco pelo BTG, que vinha sendo negociada, agora não deve sair do papel com as investigações da PF.

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC3

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC5

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Ricardo Cunha

Ricardo Cunha

@ricardo_cunha

BPAC11

· 17 de abr.

Comprado na BPAC3 vai subir 80%

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

BPAC3

· 17 de mar.

$BPAC11 🏦 ESTRATÉGIA DE SPECIAL SITS DO BTG PACTUAL DEVE GERAR R$ 1 BILHÃO EM 2026 O JP Morgan destaca que o BTG Pactual tem demonstrado solidez na alocação de capital em seu segmento de special situations, transformando ganhos não recorrentes em receitas recorrentes. O banco ressalta que créditos do FCVS, oriundos de bancos liquidados como Nacional e BESA, devem gerar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão em receitas anualizadas. Para o JP Morgan, essa estratégia explica parte do aumento no rendimento da carteira de crédito corporativo do BTG nos últimos anos. A análise aponta que cerca de um terço do lucro contábil do BTG no quarto trimestre de 2025 foi proveniente dessas subsidiárias de ativos estressados. O JP Morgan estima que ainda restem entre R$ 0,8 bilhão e R$ 1,4 bilhão em receitas de FCVS para serem reconhecidas em 2026, quando os pagamentos do Tesouro Nacional devem ser finalizados. Apesar da complexidade contábil, o banco vê o segmento como uma peça cada vez mais material para os resultados e o valor de mercado do BTG.

Rodrigo Costa

Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta

BPAC5

· 17 de mar.

$BPAC11 🏦 ESTRATÉGIA DE SPECIAL SITS DO BTG PACTUAL DEVE GERAR R$ 1 BILHÃO EM 2026 O JP Morgan destaca que o BTG Pactual tem demonstrado solidez na alocação de capital em seu segmento de special situations, transformando ganhos não recorrentes em receitas recorrentes. O banco ressalta que créditos do FCVS, oriundos de bancos liquidados como Nacional e BESA, devem gerar entre R$ 1 bilhão e R$ 1,5 bilhão em receitas anualizadas. Para o JP Morgan, essa estratégia explica parte do aumento no rendimento da carteira de crédito corporativo do BTG nos últimos anos. A análise aponta que cerca de um terço do lucro contábil do BTG no quarto trimestre de 2025 foi proveniente dessas subsidiárias de ativos estressados. O JP Morgan estima que ainda restem entre R$ 0,8 bilhão e R$ 1,4 bilhão em receitas de FCVS para serem reconhecidas em 2026, quando os pagamentos do Tesouro Nacional devem ser finalizados. Apesar da complexidade contábil, o banco vê o segmento como uma peça cada vez mais material para os resultados e o valor de mercado do BTG.

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