🟥 Positivo ($POSI3) — Abaixo do esperado
🟥 Positivo (POSI3) entregou um 3T25 fraco, apesar de números ligeiramente acima das estimativas. O ponto central do trimestre não é o print operacional em si, mas sim a revisão negativa do guidance, que reduziu substancialmente as expectativas para o 2S25 e compromete o crescimento previsto para o ano.
Destaques
🟥 Guidance — Forte revisão negativa
A companhia reduziu o guidance de receita bruta 2025 de R$4,4–4,8 bi para R$3,9–4,1 bi, uma queda de 13% no midpoint. Isso implica ~9% de downside sobre as projeções já conservadoras para o ano.
Motivos:
• macro mais fraca (juros altos + consumo menor)
• postergações no segmento público
• competição mais intensa em smartphones
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Resultados do trimestre
🟥 Receita — Abaixo
• Receita líquida: R$806 mi (-2% YoY)
• Governo: -35% YoY, principal pressão
• Consumer: -13% YoY, com smartphones -54% YoY
• Corporativo: +22% YoY, destaque positivo
• Online: +40% YoY
🟩 Margem bruta — Acima
• Gross margin: 26,7%, +260 bps YoY, 260 bps acima do esperado, graças a mix mais favorável, preços melhores em contratos públicos e efeito cambial.
🟨 EBITDA — Em linha / leve acima
• EBITDA: R$68 mi (+14% acima das estimativas)
• Margem EBITDA: 8,5% (+30 bps YoY), mas ainda pressionada por opex +15% YoY e deleverage.
🟥 Lucro — Abaixo (mas acima do esperado)
• Lucro líquido: R$1,1 mi (vs. R$1,7 mi em 3T24)
• A empresa evitou prejuízo devido a receitas financeiras maiores (R$45 mi vs. R$25 mi esperado).
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Caixa e alavancagem
🟨 Operacional
• OCF: R$118 mi (vs. R$54 mi no 3T24)
• Melhora via working capital (fornecedores)
🟩 Dívida
• ND/EBITDA: 1,9x (vs. 2,1x no 2T25)
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Leitura técnica
Apesar do beat marginal no trimestre, o destaque é negativo, dado o forte corte de guidance e a piora do cenário de curto prazo. Indica 2S25 mais fraco e crescimento pressionado, com pouca visibilidade sobre retomada no segmento público e em smartphones.