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TENDA ON SOBE 4,23% A R$31,27; JP MORGAN TEM CIA COMO 'TOP-PICK' DO SETOR

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Ativos mencionados

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

TEND3

· 06 de mar.

$PETR4 $ENEV3 $CPFE3 $LREN3 $FLRY3 $TTEN3 $TRIS3 $TEND3 $VVEO3 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 4T25 - 06.03.2026** 🟡 Petrobras [ = ] Em linha pelo EBITDA de US$ 10,9 bi. O capex de US$ 6,6 bi veio 20% acima da projeção, confirmando o ciclo pesado de investimentos e limitando potencial aumento dos dividendos. Hoje, a PETR4 tem um Yield de fluxo de caixa abaixo de 9% e um DY anualizado que, no melhor nos casos, **ficará em linha com o IDIV.** 🟡 Eneva [ = ] Em linha pela queda na alavancagem (2,6x ND/EBITDA) e EBITDA afetado por itens não recorrente à operação da empresa. O mercado ainda segue mais atento ao próximo leilão de capacidade (mar/26). As estimativas projetam que a Eneva vença contratos que somam R$10,4/ação no base case, **incluindo recontratação de P1/P3, carvão**, expansão em Sergipe e ativos adquiridos do BTG. 🟢 CPFL Energia [ = ] BEAT pelo EBITDA que veio levemente acima do esperado apesar da piora no lucro bruto, ainda pressionado pelo curtailment. Grande destaque foi a surpresa positiva dos dividendos de R$ 4,3 bi (Dividend Yield de 9,2%), bem acima das projeções. 🟡 Lojas Renner [ = ] Apesar do lucro 5% abaixo do consenso (pelos write-offs), o FCF de R$ 562 milhões e a posição de caixa líquido de R$ 1,5 bi dão conforto para retorno ao acionista. O que joga contra é o crescimento de apenas 3,3%, mesmo considerando a margem do varejo positiva. E como a empresa negocia a 10,5x p/e, seria interessante algum move de crescimento mais expressivo para justificar esse valuation. Acho justo no preço que está. 🟢 Fleury [ + ] O grande BEAT dos resultados, entregando receita acima do consenso (+12% YoY) e margem de 22,1%. A alavancagem caiu para 1,0x ND/EBITDA, o que é confortável, e o DY de 6% reforça o perfil defensivo da companhia num ambiente de juros ainda elevados. Gosto bastante do nome. 🔴 3Tentos [ - ] EBITDA de R$237mn ficou -18% vs. estimativas (R$285mn), penalizado pela combinação de **fretes mais caros** (participação do MT no volume subiu de 37% para 49%), margem comprimida na Indústria por paradas programadas em Ijuí e Vera, e spread farelo sob pressão. O segmento de Insumos foi o destaque positivo, com margem de 23,2% (+3,5 p.p.), o melhor nível em dois anos, e o management sinalizou que jan-fev/26 já crescem +36% a/a. Trimestre de piso. [ ? ] O grande foco para 2026 é o ramp-up da usina de etanol POAN/MT e a normalização do ciclo industrial. Frete (logística chegou a 9,8% da ROL vs 4,6% no 4T24, puxada pelo peso do MT no mix). O hedge foi o que evitou um tombo maior. 🟡 Trisul [ = ] Receita de R$440mn (+5% a/a) e lucro de R$63mn (-13% a/a), em linha com estimativas. ROE saudável de 17%. A exposição crescente ao segmento de baixa renda via Elev é o principal vetor de crescimento da tese. Valuation de 6,5x P/E 2026 é atrativo para o perfil da empresa, com alavancagem controlada (ND/Equity 37%). Porém, é necessário monitorar VSO tria tri para justificar potenciais re-ratings. 🟡 Tenda [ + ] Apesar do BEAT na receita e lucro, a Alea manchou um pouco a foto por causa da pressão nas margens (prejuízo de 50mn, acima do esperado). Porém, a operação Tenda segue firme nas vendas (+27% YoY), então o mercado deve continuar dando o benefício da dúvida. No valuation atual (6x p/e 2026e), pode ser uma oportunidade tática se o mercado penalizar o balanço. 🟡 Viveo [ + ] Supresa positiva da noite, com receita e EBITDA acima das estimativas do mercado. A margem também veio acima (+70 bps YoY), confirmando o 5º trimestre de expansão. O fluxo de caixa também melhorou, mas ainda é insuficiente para pagar os vencimentos. Cia deve começar a entregar lucro no 2S26. O ponto de atenção segue em torno da alavancagem (4x ND/EBITDA).

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

TEND3

· 06 de mar.

📊 Tenda | $TEND3 | 4T25 | 🟨 Crescimento forte, mas custos em Alea seguem pressionando A Tenda apresentou um 4T25 em linha com as estimativas, com forte crescimento anual no resultado, mas ainda impactado pela operação da Alea. A receita líquida atingiu R$1,2bn (+39% YoY), cerca de 13% acima da nossa estimativa, refletindo forte desempenho da operação tradicional da companhia 🏗️. A margem bruta ajustada ficou em 31,9% (+110bps YoY), porém abaixo das nossas projeções, devido ao reconhecimento de R$55mn em estouros de custo na operação offsite (Alea), que registrou margem negativa de 31% no trimestre. 💰 Lucro e rentabilidade O lucro líquido foi de R$104mn, praticamente em linha com as estimativas, representando crescimento de 5x YoY e ROE de 35%. O resultado foi impactado pelo desempenho da Alea, que registrou prejuízo de R$50mn, conforme esperado. 📉 Fluxo de caixa e balanço A geração de caixa livre foi de R$25mn, abaixo da nossa projeção de R$60mn. Por segmento: • Tenda (operação onsite): geração de R$76mn de FCF operacional, reforçando o turnaround do negócio • Alea: consumo de caixa de R$20mn, ainda negativo, mas menor que em períodos anteriores A alavancagem permaneceu controlada, com ND/Equity de 22% (vs. 20% um ano antes). 📈 Perspectivas A operação tradicional da Tenda consolidou sua recuperação ao longo de 2025, com margens sólidas, geração de caixa positiva e forte rentabilidade, com lucros anualizados próximos de R$660mn. Já a Alea segue sendo o principal ponto de atenção, com margens negativas e consumo de caixa, embora com sinais de melhora gradual. Para 2026, a empresa projeta queima anual entre R$60mn e R$80mn. Além disso, as vendas de jan-fev/26 cresceram 27% YoY, indicando bom início de ano. 🎯 Conclusão 🟩 Receita acima das estimativas 🟩 Forte recuperação da operação Tenda 🟨 FCF abaixo do esperado 🟥 Alea ainda pressionando margens e caixa Os resultados reforçam a recuperação da Tenda, mas o desempenho da Alea ainda pesa no consolidado. Mesmo assim, o valuation segue atrativo.

Augusto Krappa

Augusto Krappa

@augustokrappa

TEND3

· 04 de mar.

**Carteira Atualizada - 04/03/2026** Recentemente fiz ajustes relevantes na carteira. Reduzi a exposição às incorporadoras, após um 2025 excepcional para o setor, e também em Prio, que já apresentou desempenho muito forte em 2026. No caso de Prio, ao normalizar o Brent, me parece que parte do re-rating já ocorreu, ainda que o papel siga negociando a múltiplos atrativos. Ao mesmo tempo, aumentei a posição em caixa e incluí ativos dolarizados, como a Micron. Também ampliei a exposição a utilities, com aumento em Eneva e abertura de posição em Orizon. O objetivo foi otimizar o perfil risco-retorno da carteira diante da minha preocupação com o cenário eleitoral. Ainda assim, mantenho alguma exposição a um eventual fechamento da curva, que tende a beneficiar essas companhias. Importante destacar que não estou alocando em utilities apenas como proxy “bond-like”, mas sim em empresas que enxergam catalisadores relevantes no curto e médio prazo. Suzano - $SUZB3 - 11,9% Orizon - $ORVR3 - 10,0% Eneva - $ENEV3 - 9,3% Micron - $MUTC34 - 9,2% Moura - $MDNE3 - 3,8% Tenda - $TEND3 - 2,7% $LFTS11 - 36,3% $IMAB11 - 12,0% SIMH16 (CDI+5,4%) - 4,8%

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

TEND3

· 03 de mar.

$IRBR3 $TEND3 $PGMN3 $RADL3 $PRFM3 $VBBR3 $PRIO3 $PETR4 **Roadmap setorial - BTG Pactual:** **IRB Brasil [ = ]** Reunião com investidores destacou queda estrutural da retenção doméstica e maior dependência de capacidade offshore, **reduzindo consumo de capital.** No seguro garantia, demanda segue forte, mas transparência e controle de acumulação são críticos. Avanços reconhecidos em disciplina de subscrição e provisões independentes. Agenda regulatória positiva com SUSEP e Ministério da Fazenda, além de desenvolvimento de ILS e regras de colateral. **Varejo & Consumo [ + ]** IQVIA projeta crescimento de 13 - 15% em 2026 no varejo farmacêutico, impulsionado por vencimento de patentes e maior penetração. Perda de exclusividade de GLP-1 no Brasil deve gerar queda de preços de 50% em dois anos, mas neta pela expansão dos volumes. **Genéricos podem chegar a 30% do volume** até fim de 2026. Grandes redes devem ganhar participação com digitalização e escala. **Construção Civil [ + ]** Estoques em São Paulo cresceram 40% a/a em 2025, com desaceleração da velocidade de vendas em média/alta renda. Estoques nesse nicho chegaram a 11 meses de vendas, e no alto padrão (acima de R$2,1 mi/unidade) superam 20 meses. Unidades com mais de 4 quartos também pressionam giro. Estoques prontos subiram de 8% para 11% do total, negativo para ROE. **Preferência relativa segue por incorporadoras de baixa renda, com Tenda** como destaque pela resiliência macro, ROE elevado e valuation atrativo. **Oil & Gas [ + ]** Pesquisa com investidores mostrou PRIO e Vibra como as ações mais consensuais, enquanto Petrobras é a menos preferida. Para PRIO, catalisadores incluem primeira extração em Wahoo e avanço em exploração, além de expectativa de yield de 10% em 2026 com petróleo a US$62/bbl. Vibra deve entregar EBITDA/m³ entre R$171 - 180 em 2026, implicando lucro líquido de R$2,8 bi e valuation em 10,7x P/L. Ultrapar tem menos consenso, mas expectativa de expansão gradual de margem na Ipiranga, com lucro líquido estimado em R$2,4 bi e P/L de 11,2x.

Rodrigo de Assis Dutra Costa

Rodrigo de Assis Dutra Costa

@rodrigoadcosta

TEND3

· 02 de mar.

📈 BTG PACTUAL – SMALL CAPS DE MARÇO: SMARTFIT ENTRA E INTER SAI O BTG Pactual atualizou a carteira de Small Caps para março com uma mudança. Smart Fit [$SMFT3] passou a integrar o portfólio do mês. Segundo o banco, a ação combina crescimento consistente de receita, ganho de alavancagem operacional e negocia a 13 vezes o lucro estimado para 2026. A casa projeta expansão média de 32% ao ano no lucro por ação entre 2025 e 2028. ▪️ Permanecem na carteira Aura [$AURA33], Copasa [$CSMG3], Sanepar [$SAPR11], GPS [$GGPS3], 3tentos [$TTEN3], Pague Menos [$PGMN3], C&A [$CEAB3], Tenda [$TEND3] e Vitru [$VTRU3]. ▪️ Em contrapartida, Inter [$INBR32] deixou o portfólio.

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