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The Economist projeta futuro promissor para a Embraer: 'Esqueça Airbus e Boeing'

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A revista britânica The Economist publicou nesta quinta-feira (30) uma análise otimista sobre o futuro da Embraer, destacando o crescimento acelerado da fabricante brasileira e afirmando que ela vive um momento capaz de colocá-la em um novo patamar na indústria aeroespacial. Intitulada "Esqueça a Airbus e a Boeing. A Embraer está decolando", a reportagem ressalta a importância da empresa, que recentemente incluíram peças da indústria aeroespacial na lista de produtos brasileiros isentos das novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos, em razão da relevância desse fornecimento para a cadeia produtiva americana.

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Nilo Gustavo Rangel

Nilo Gustavo Rangel

@nilorangel

EMBR3

· 03 de jul.

De pensar que tive Embraer com PM de 7 reais …. Mas me rendeu uns trocados …

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

EMBR3

· 06 de mar.

📊 Embraer | $EMBJ3 | 4T25 | 🟩 Resultados acima do esperado com forte geração de caixa A Embraer apresentou resultados acima das expectativas no 4T25, com desempenho operacional melhor do que o mercado antecipava — especialmente considerando o impacto potencial de tarifas dos EUA. O EBIT recorrente ficou entre 1% e 4% acima das estimativas, enquanto a companhia gerou US$738mn em fluxo de caixa livre no trimestre ✈️. A receita total atingiu cerca de US$2,7bn (+15% YoY), impulsionada principalmente pelos segmentos de aviação executiva e serviços. 📦 Entregas e backlog recorde A companhia entregou 91 aeronaves no trimestre, sendo: • 32 jatos comerciais • 53 jatos executivos • 6 aeronaves de defesa O backlog atingiu novo recorde histórico de US$31,6bn (+20% YoY), refletindo novas encomendas relevantes nas divisões de aviação comercial e defesa, incluindo contratos para o C-390 e novos clientes internacionais. 💰 Desempenho por segmento • Aviação Comercial: receita ~US$1,0bn, estável YoY, com margem pressionada por mix de clientes e custos de produção. • Aviação Executiva: receita ~US$0,8bn (+20% YoY), com melhora de margens graças a maior volume e preços. • Defesa & Segurança: receita ~US$0,3bn (+48% YoY), com margens normalizando após base forte de comparação. • Serviços & Suporte: receita ~US$0,6bn (+25% YoY), com margens elevadas devido à redução de custos de materiais. 📉 Margens e rentabilidade O EBIT ajustado foi de US$231mn, com margem de 8,7%, impactada por mix de clientes menos favorável e custos adicionais ligados às tarifas americanas. 📊 Fluxo de caixa e balanço A geração de caixa livre ajustada (ex-Eve) foi de ~US$740mn, impulsionada principalmente pelo forte volume de entregas no trimestre. Com isso, a estrutura de capital melhorou significativamente, com alavancagem de -0,1x ND/EBITDA, ante 0,5x no 3T25. 🎯 Conclusão 🟩 EBIT acima das estimativas 🟩 Backlog recorde de US$31,6bn 🟩 Forte geração de caixa no trimestre 🟨 Margens pressionadas por mix e custos O trimestre reforça a boa dinâmica operacional da Embraer, com forte backlog e geração de caixa sustentando a perspectiva positiva para os próximos anos.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

EMBR3

· 20 de fev.

✈️🛡️ Embraer ($EMBR3) — Parceria para sistema de reabastecimento aéreo visando mercado dos EUA A Embraer anunciou (19/fev) acordo com uma renomada empresa americana de defesa aeroespacial para o desenvolvimento conjunto de um sistema de reabastecimento aéreo do tipo "flying boom" para o (K)C-390 Millennium. Atualmente, o jato brasileiro opera apenas com o sistema "probe-and-drogue", o flying boom é o método padrão das Forças Armadas dos EUA, utilizando um tubo rígido telescópico que permite transferência de combustível mais rápida, embora com maior custo de manutenção. A relevância estratégica é significativa: os EUA representam a maior avenida de crescimento potencial para o KC-390, e uma eventual compra pelo maior aparato militar do mundo funcionaria como um endosso indireto do produto para todo o Ocidente geopolítico. A parceria com uma empresa americana de peso no fornecimento ao governo dos EUA pode aumentar a probabilidade de uma encomenda concreta. 📊 Contexto: a frota atual de tankers dos EUA soma ~520 aeronaves, das quais 375 são KC-135 Stratotankers com idade média superior a 63 anos, sinalizando demanda estrutural por renovação.

Otavio Filho

Otavio Filho

@otavioscafe

BOEI34

· 29 de jan.

$BA $BOEI34 | **Boeing segue em recuperação, mas mercado já começa a precificar boa parte do cenário positivo** A Morgan Stanley atualizou sua visão sobre a Boeing após o resultado do 4T25, elevando o preço-alvo de 235 para 245 dólares, com base na expectativa de normalização do free cash flow nos próximos anos. O banco reduziu levemente as projeções de FCF para 2026 e 2027, refletindo alguns itens que eram vistos como pontuais, mas que agora devem se estender por mais tempo, como custos do programa 777X, maiores investimentos, pressões no KC-46 e impactos ligados à aquisição da Spirit AeroSystems. Apesar disso, a tese de longo prazo segue praticamente intacta. A empresa reiterou a meta de gerar mais de 10 bilhões de dólares em free cash flow normalizado, mesmo incorporando cerca de 1 bilhão de dólares adicionais de headwind com a Spirit. O ponto central do relatório é que o mercado tende a olhar menos para o ruído de curto prazo e mais para o potencial de geração de caixa normalizada à frente, principalmente com o aumento gradual das entregas do 737 MAX e do 787. Do ponto de vista de valuation, a Morgan Stanley passa a trabalhar com um múltiplo de 20x P/FCF para 2028, ainda abaixo de pares como RTX e GE, mas acima da média histórica da própria Boeing. Isso mostra que parte da reprecificação já aconteceu, o que ajuda a explicar a postura mais cautelosa no curto prazo, mesmo com a melhora operacional. No fim das contas, o relatório reforça a ideia de que a Boeing está saindo do modo “sobrevivência” e entrando numa fase mais consistente de recuperação, mas com um risco-retorno hoje mais equilibrado. Não é mais aquela assimetria clara de quando o papel estava muito pressionado, e sim um case que exige execução contínua para justificar preços estruturalmente mais altos nos próximos anos. 

Otavio Filho

Otavio Filho

@otavioscafe

EMBR3

· 07 de jan.

$EMBJ3 | **Embraer supera meta de entregas em 2025 e mantém viés positivo para o papel** A Embraer fechou 2025 com 244 aeronaves entregues, superando o topo do guidance de 230 a 240 unidades e avançando de forma relevante frente às 206 entregas de 2024. No quarto trimestre, foram 91 aeronaves, crescimento de 46% em relação ao trimestre anterior e de 21% na comparação anual, marcando o melhor desempenho trimestral desde 2019 e reforçando a recuperação operacional da companhia. O principal destaque veio da Aviação Executiva, responsável por 53 entregas no 4T, contra 41 no mesmo período do ano anterior. O Phenom 300 voltou a ter papel central, com 23 unidades no trimestre, mantendo sua liderança global no segmento de jatos leves. No acumulado do ano, a divisão entregou 155 aeronaves, exatamente no limite superior das projeções da empresa. A Aviação Comercial também apresentou evolução, com 32 jatos entregues no trimestre, incluindo 15 E195-E2. No ano, o segmento somou 78 entregas, dentro da faixa esperada. Já Defesa e Segurança contribuiu com entregas pontuais de KC-390 Millennium e A-29 Super Tucano, sem metas divulgadas para o período. Apesar do forte desempenho em volume, o mercado ainda aguarda a confirmação do impacto financeiro dessas entregas. A Embraer mantém a projeção de receita entre US$ 5,2 bilhões e US$ 5,7 bilhões em 2025, e os números de margem e geração de caixa só serão conhecidos com a divulgação do balanço, prevista para 6 de março. Analistas destacam que o resultado operacional acima do esperado tende a sustentar revisões positivas para o trimestre, mantendo o papel entre as preferências do setor na temporada de resultados.

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