TRACK&FIELD APROVA JCP DE R$12,9 MI; R$0,08/PN; DATA-EX: 29/JUN; PGTO: 31/MAI
Mover ·
Mover ·
Ativos mencionados
O que a comunidade está dizendo
Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 10 de mar.
$DIRR3 $SBFG3 $TFCO4 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS DO 4T25 - 10.03.2026** 🟢 Direcional [ = ] O grande BEAT aqui foi a combinação da margem recorde com backlog crescendo 34% a/a. Isso significa que **a rentabilidade dos novos projetos sendo lançados é igual ou superior à dos projetos em entrega**, o que valida a capacidade de precificação da companhia no contexto atual de MCMV. Obs: A margem da carteira de pedidos em 44,6%, levemente abaixo do recorde (45,2% no 3T25), indica uma pressão nos lançamentos recentes devido ao aumento da competição em algumas praças. Resultado bom, mas sem muito espaço para um re-rating aqui com o filme atual que temos. A tese se confirmou para quem já está posicionado. 🟡 Grupo SBF [ = ] Topline e SSS vieram acima das expectativas, fazendo um contraste contra o EBITDA e o FCF. O destaque positivo genuíno é o faturamento por m² da Centauro (+12,2%), validando que o projeto Destrava está gerando produtividade real. O destaque negativo é a reversão da posição de derivativos de ativo R$ 165,8 mi para passivo R$ 131,9 mi, uma destruição de R$ 297,7 mi que passou pelo resultado financeiro novamente (custo do hedge). O pré-posicionamento de estoques para Copa do Mundo (+R$ 365 mi) é o item binário que define o 1S26. No d+0 segue consumindo capital de giro, mas faz parte do planejamento da cia para junho. Sigo comprado pelo valuation atrativo e pelos catalisadores desse ano. 🟢 Track&Field [ + ] O resultado mais limpo da noite. A T&F entregou um 4T25 que valida o modelo de franchising premium esportivo no Brasil, entregando crescimento de receita acelerado, margem bruta em expansão, **EBITDA crescendo acima da receita** e lucro subindo 40% a/a. A T&F tem o modelo de negócio estruturalmente superior aos pares de vestuário: franchising com royalties crescentes (+28% no trimestre) significa que o crescimento de receita vem com alavancagem operacional automática. Porém, você não tem custo de estoque, risco cambial zero e capital intensivo. O único ruído é a TFSports com EBITDA negativo, que o sell-side já endereçou como transitório.
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 10 de mar.
📊 CORPORATIVO $CSAN3 - Cosan reduziu o prejuízo ajustado no 4T25 para R$ 713 mi, ante R$ 1,60 bi no 4T24 (-55,4%). O prejuízo total recuou de R$ 9,30 bi para R$ 5,80 bi. Receita líquida de R$ 9,61 bi e dívida líquida de R$ 25,72 bi, queda de 7,4% a/a. Teleconferência de resultados hoje às 10h. $DIRR3 - Direcional registrou lucro líquido ajustado de R$ 211,4 mi no 4T25, abaixo da estimativa de R$ 221,2 mi do consenso Bloomberg. Receita de R$ 1,23 bi, aquém dos R$ 1,27 bi projetados. Dívida líquida de R$ 532,6 mi. Acumulado 2025: lucro de R$ 789 mi, alta de 24% a/a. $GRND3 - Grendene assinou carta de intenções não vinculante com a Pajar Distribution para a possível venda de 100% da Grendene Global Brands USA. Operação visa eficiência via parceiro local, reduzindo exposição a operações internacionais e otimizando a estrutura de capital. $RECV3 - PetroRecôncavo registrou produção média de 24,4 mil boe/dia em fevereiro de 2026, alta de 1,1% frente a janeiro, com P/L de 6,09x e P/VP de 0,83x. Ativo Potiguar chegou a 12,2 mil boe/dia (+0,8%) e Ativo Bahia a 12,1 mil boe/dia (+1,3%), com poços pós-workover. $SBFG3 - Grupo SBF registrou lucro líquido ajustado de R$ 162,4 mi no 4T25, resultado acima do consenso de R$ 136 mi, com queda de 4,7% em relação ao 4T24. Receita líquida de R$ 2,42 bi (+11,8% a/a), Ebitda ajustado de R$ 224,6 mi (-4,9% a/a) e lucro 2025 de R$ 427,6 mi. $SUZB3 - Suzano aprovou a 2ª emissão de R$ 2,5 bi em Cédulas de Produto Rural com Liquidação Financeira (CPR-Fs), em até 2 séries, com recursos destinados a formação de florestas homogêneas e conservação de florestas nativas. P/L de 5,17x e margem líquida atual de 26,8%. $TFCO4 - Track&Field registrou lucro líquido ajustado de R$ 56,5 mi no 4T25, alta de 40,5% a/a, com margem líquida de 17,5% (+2,8 p.p.) e Ebitda ajustado de R$ 78,3 mi (+34,3%, margem 24,2%). Receita líquida de R$ 323,1 mi (+18,2% a/a). Lucro anual: R$ 171,5 mi (+36,5%). $TGMA3 - Tegma registrou lucro líquido de R$ 52,2 mi no 4T25, queda de 38,7% ante o 4T24, com margem líquida de 8,6% (-5,1 p.p.). Ebitda de R$ 81,4 mi (-35,4% a/a). Receita de R$ 610 mi (-2% a/a), afetada por redução de volumes transportados e perda de participação de mercado.
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 10 de mar.
📊 Track&Field | $TFCO4 | 4T25 | 🟩 Forte crescimento e expansão de margens A Track&Field reportou mais um trimestre muito forte no 4T25, com crescimento expressivo de vendas e expansão relevante de margens. Apesar da receita ter ficado abaixo das estimativas mais otimistas, o efeito foi compensado por margens mais altas, levando o EBITDA a ficar em linha com as projeções e o lucro ligeiramente acima do esperado 👟. O sell-out total atingiu R$588mn (+26% YoY), impulsionado por SSS de 23,1% e crescimento de volume de 17,5% YoY. 📈 Crescimento forte por canal As vendas por canal mostraram forte dinamismo: • Franquias: R$354mn (+29% YoY) • Lojas próprias: R$184mn (+18% YoY) • E-commerce direto: R$50mn (+40% YoY) A companhia encerrou o trimestre com 60% das lojas no novo formato e abriu 37 lojas nos últimos 12 meses. As lojas reformadas continuam superando o restante da rede, com sell-out +32% YoY. A receita líquida consolidada foi de R$323mn (+18% YoY). 💰 Margens em expansão O lucro bruto cresceu 24% YoY para R$191mn, com margem bruta de 59,2% (+260bps YoY), impulsionada por: • maior participação de lojas próprias • maior contribuição de royalties das franquias. Além disso, houve diluição de despesas SG&A, com ganhos de eficiência operacional. O EBITDA ajustado (pré-IFRS16) foi de R$78mn (+34% YoY), com margem de 24,2% (+290bps YoY). O lucro líquido ajustado foi de R$56mn (+40% YoY), levemente acima das estimativas. 📊 Ecossistema e geração de caixa A plataforma TFSports superou 1,2 milhão de usuários, crescendo 40% YoY, reforçando o ecossistema da marca. A geração de caixa operacional atingiu R$41mn, frente a R$7mn no 4T24, enquanto o FCFF foi positivo em R$15mn. 🎯 Conclusão 🟩 Forte crescimento de vendas e SSS 🟩 Expansão relevante de margens 🟩 Lucro acima das estimativas 🟩 Modelo de negócio asset-light com alto ROIC Os resultados reforçam a consistência do modelo da Track&Field, sustentado por expansão da rede, forte posicionamento de marca e crescimento do ecossistema digital.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 11 de fev.
$CEAB3 $LREN3 $VIVA3 $AZZA3 $RIAA3 $TFCO4 **BTG Pactual - The fast fashion anthology** O setor de fast fashion deixou de ser visto como “quem é mais barato” para se tornar “quem perde menos poder de preço enquanto gira mais rápido o estoque”. A disrupção estrutural dos players cross-border é considerada irreversível, e o prêmio de qualidade deve se concentrar nas empresas que internalizarem a nova curva de preço, protegerem o ciclo de caixa e aceitarem um crescimento mais lento, porém mais saudável. O ROIC, que chegou a 30 - 35% em líderes globais no auge, agora gira mais próximo da faixa de 22 - 28% para os melhores nomes, enquanto os demais costumam ficar em patamar de baixa a média casa de teens. Em linha com isso, o setor migrou de um padrão de múltiplos de cerca de 15–20x P/L futuro para algo mais próximo de 10x, mesmo com balanços ainda líquidos, refletindo a leitura do mercado de que se trata de uma categoria de consumo de alta qualidade, porém madura. **Atualização de números e preferência por alta renda:** O BTG atualizou recentemente suas projeções para sete varejistas de moda brasileiras: Vivara, Renner, C&A, Guararapes, Vulcabras, SBF e Track&Field. O segmento, que havia se destacado positivamente no 1S25, agora mostra tendência mais modesta, principalmente entre empresas mais expostas ao público de baixa e média renda, pressionado por juros elevados, alavancagem das famílias e inflação acumulada. Nesse contexto, a casa demonstra preferência por companhias com maior exposição a alta renda, destacando Vivara (cerca de 10x P/L 2026) e Track&Field (cerca de 13x P/L 2026), enquanto o conjunto do setor negocia em torno de 8x P/L 2026 após a recente correção, já embutindo um cenário mais fraco de consumo no Brasil, sobretudo no 1S26. ✅ Se essa informação foi útil, considere deixar o joinha após a leitura da publicação. Abs e bons negócios!
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 22 de jan.
$VIVA3 | $TFCO4 | $LREN3 | $CEAB3 ROUPA CONTINUA CARA NO BRASIL, E ISSO MUDA O JOGO PARA O VAREJO EM 2026 Dá para resumir a experiência de comprar roupa no Brasil em 2026 assim: mesmo quando tudo “ajuda”, o preço não cede. O real ganhou força no ano passado, o varejo ficou mais competitivo e o consumidor está mais seletivo. Ainda assim, as etiquetas seguem altas — e, no comparativo global, o Brasil continua mal posicionado. Quando se colocam lado a lado preços praticados aqui e lá fora, o descompasso aparece rápido. Em valores nominais, peças vendidas no Brasil já custam mais do que em mercados maduros como os Estados Unidos. Quando o ajuste leva em conta renda e poder de compra, a distância fica ainda mais incômoda. Não é só impressão: o brasileiro paga caro para se vestir. O dado mais relevante é que isso não mudou de um ano para o outro. A cesta de vestuário ficou mais cara novamente em 2026, o que indica que parte dos custos seguiu sendo repassada, mesmo com consumo fraco e concorrência mais agressiva. Ou seja: não foi um pico pontual, virou padrão. No online, a história é parecida, só que com nuances. Plataformas asiáticas ainda oferecem preços mais baixos do que boa parte do varejo local, mas a vantagem encolheu. Mesmo assim, quando o cálculo considera renda relativa, o Brasil continua figurando entre os mercados mais caros — inclusive no e-commerce. Esse ambiente ajuda a explicar por que o setor de moda perdeu tração. Empresas mais expostas à renda baixa e média sentem primeiro: juros altos, orçamento apertado e endividamento das famílias continuam segurando a demanda. Ao mesmo tempo, a concorrência digital e cross-border segue pressionando margens, sem dar muito espaço para erro. Dentro desse quadro, o mercado tem feito uma escolha clara. Varejistas voltados ao público de maior renda tendem a atravessar esse ciclo com menos volatilidade. Marcas como Vivara e Track&Field acabam sendo vistas como portos relativamente mais seguros, enquanto o restante do setor negocia múltiplos mais baixos após a correção recente. Essa leitura — compartilhada pelo BTG em estudos recentes sobre o setor — levou a revisões mais conservadoras para o varejo de moda como um todo. Projeções de receita, margem e lucro foram ajustadas para baixo, refletindo a percepção de que 2026 começa sem grandes atalhos: preços seguem altos, consumo é seletivo e a recuperação, se vier, será desigual.
Baixe o app para ver todas as opiniões da comunidade