ULTRAPAR ON É A 3º MAIOR ALTA DO IBOVESPA; SOBE 2,94%; A R$ 24,9
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Borges
@zsborges
· 13 de mar.
Borges
@zsborges
· 13 de mar.
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 11 de mar.
📊 CORPORATIVO $ALOS3 - Allos registra lucro líquido de R$ 252 mi no 4T25, alta de 62,1% ante 4T24; Ebitda ajustado cresce 7,4% para R$ 619,4 mi; receita líquida de R$ 798 mi, +4,6%; companhia projeta Ebitda entre R$ 2,17 bi e R$ 2,24 bi para 2026 $BRSR6 - Banrisul anuncia JCP de R$ 90 mi referente ao 1T26, a R$ 0,22006263 por ação ON, PNA e PNB; data com em 13/3/2026, ex-direito a partir de 16/3 e pagamento em 26 de março de 2026 $CURY3 - Cury registra lucro líquido de R$ 270 mi no 4T25, alta de 62,9% ante 4T24; Ebitda ajustado cresce 50,6% para R$ 359,3 mi; receita líquida avança 37,2% para R$ 1,42 bi; geração de caixa mais que dobra para R$ 321,1 mi no trimestre $LUPA3 - Lupatech firma contrato de R$ 68,4 mi com a Petrobras para manutenção de válvulas fire-safe e atuadores manuais, hidráulicos e pneumáticos, além de fornecimento de peças; vigência de 760 dias, prorrogáveis por igual período, sem volume mínimo garantido $PGMN3 - Pague Menos e acionistas levantam R$ 458 mi em follow-on, com 35 mi de ações primárias a R$ 229,25 mi e 35 mi secundárias ao mesmo valor; lote adicional de até 55 mi de ações não foi exercido; liquidação prevista para 12 de março de 2026 $PRIO3 - Prio reverte lucro de US$ 1,074 bi e registra prejuízo de US$ 185,3 mi no 4T25, impactado por maior depreciação e ajuste tributário cambial; receita líquida cresce 20% para US$ 586,1 mi; no ano, lucro ex-IFRS 16 cai 77% para US$ 405 mi $RAIL3 $CSAN3 - Cosan nega negociação em curso para venda de sua participação na Rumo, mas admite avaliar iniciativas de desalavancagem e simplificação que podem incluir alienação de participações em investidas; companhia diz não haver engajamento com interessado específico $RAIZ4 - Raízen protocolou pedido de recuperação extrajudicial para reestruturar dívidas quirografárias de R$ 65,1 bi; plano já conta com adesão de credores titulares de mais de 47% das dívidas; companhia tem 90 dias para obter percentual mínimo para homologação $SMFT3 - Smartfit registra lucro líquido de R$ 241,5 mi no 4T25, alta de 23% ante 4T24; Ebitda cresce 27% para R$ 620,5 mi, com margem de 31,3%; receita líquida de R$ 1,95 bi, +26%; base de clientes atinge 5,21 mi, +7,7%; rede chega a 2.084 academias, +20% anual $UGPA3 - Ultrapar não confirma nem nega negociação para vender 30% da Ipiranga à Chevron, limitando-se a dizer que está sempre atenta a oportunidades de negócio e que divulgará fato relevante se aplicável; Brazil Journal cita fontes dizendo que preço já foi acordado 📊 CORPORATIVO
Rodrigo de Assis Dutra Costa
@rodrigoadcosta
· 10 de mar.
$UGPA3 ⚙️ 💰 ULTRAPAR E PERFIN PODEM COMPRAR ATÉ 10% DA COSAN NA RUMO O Bradesco BBI avalia que as negociações entre Ultrapar, Perfin e Cosan para uma eventual entrada no capital da Rumo caminham para um desfecho que envolveria, em um primeiro momento, a compra de 10% da fatia hoje detida pela Cosan. Segundo o banco, essa aquisição elevaria a participação somada de Ultrapar e Perfin a cerca de 1%, limite previsto na cláusula de defesa contra aquisições hostis da Rumo. O mecanismo, porém, poderia ser contornado em assembleia ou pela adesão dos novos investidores ao acordo de acionistas. Segundo os analistas André Ferreira, Matheus Sant'Anna e Leandro Neto, a Ultrapar já teria adquirido ações da operadora ferroviária no mercado, o que facilitaria o alcance do patamar de 15%. Caso a transação envolvesse toda a participação da Cosan de uma só vez, haveria debate sobre disparo de direitos de acompanhamento, mas essa não é a principal hipótese trabalhada pelo Bradesco BBI. "Desde setembro de 2025, a BTG e a Perfin entraram na estrutura de controle da Cosan por meio de uma captação de capital privado. O caminho a seguir para a Cosan pode envolver a venda de ativos", disse o banco. "Desde então, surgiram especulações sobre a venda de participações na Rumo. Mais recentemente, também surgiram discussões sobre a possibilidade da Ultrapar vender participações na Ipiranga e na Ultracargo, o que intensificou as especulações de que a Ultrapar poderia comprar a participação da Cosan na Rumo. O momento parece estar alinhado para ambas as partes." Segundo o Bradesco BBI, em qualquer dos cenários, o preço gatilho da cláusula “pílula de veneno” seria definido pelo critério mais alto entre quatro métricas predefinidas. Descartadas uma emissão de capital nos últimos 24 meses e um laudo de avaliação independente, o banco estima que o valor ficaria entre R$ 19,30 e R$ 21,30 por ação da Rumo, o que representa prêmio de 21% a 34% sobre o último fechamento. O teto de R$ 21,30 considera a dívida líquida reportada no quarto trimestre de 2025, mas pode cair se forem incluídos arrendamentos e obrigações regulatórias. "Nosso cenário base é que a Ultra/Perfin possa adquirir uma participação de 10% da Cosan, resultando em uma participação total próxima ao limite de 15% da cláusula de defesa contra aquisições hostis, que poderia ser negociada. No geral, permanecemos mais otimistas em relação à Rumo do ponto de vista operacional. Números para 2026 se tornam mais claros com potencial de alta nos preços". $UGPA3 ⚙️ 💰 ULTRAPAR E PERFIN PODEM COMPRAR ATÉ 10% DA COSAN NA RUMO O Bradesco BBI avalia que as negociações entre Ultrapar, Perfin e Cosan para uma eventual entrada no capital da Rumo caminham para um desfecho que envolveria, em um primeiro momento, a compra de 10% da fatia hoje detida pela Cosan. Segundo o banco, essa aquisição elevaria a participação somada de Ultrapar e Perfin a cerca de 1%, limite previsto na cláusula de defesa contra aquisições hostis da Rumo. O mecanismo, porém, poderia ser contornado em assembleia ou pela adesão dos novos investidores ao acordo de acionistas. Segundo os analistas André Ferreira, Matheus Sant'Anna e Leandro Neto, a Ultrapar já teria adquirido ações da operadora ferroviária no mercado, o que facilitaria o alcance do patamar de 15%. Caso a transação envolvesse toda a participação da Cosan de uma só vez, haveria debate sobre disparo de direitos de acompanhamento, mas essa não é a principal hipótese trabalhada pelo Bradesco BBI. "Desde setembro de 2025, a BTG e a Perfin entraram na estrutura de controle da Cosan por meio de uma captação de capital privado. O caminho a seguir para a Cosan pode envolver a venda de ativos", disse o banco. "Desde então, surgiram especulações sobre a venda de participações na Rumo. Mais recentemente, também surgiram discussões sobre a possibilidade da Ultrapar vender participações na Ipiranga e na Ultracargo, o que intensificou as especulações de que a Ultrapar poderia comprar a participação da Cosan na Rumo. O momento parece estar alinhado para ambas as partes." Segundo o Bradesco BBI, em qualquer dos cenários, o preço gatilho da cláusula “pílula de veneno” seria definido pelo critério mais alto entre quatro métricas predefinidas. Descartadas uma emissão de capital nos últimos 24 meses e um laudo de avaliação independente, o banco estima que o valor ficaria entre R$ 19,30 e R$ 21,30 por ação da Rumo, o que representa prêmio de 21% a 34% sobre o último fechamento. O teto de R$ 21,30 considera a dívida líquida reportada no quarto trimestre de 2025, mas pode cair se forem incluídos arrendamentos e obrigações regulatórias. "Nosso cenário base é que a Ultra/Perfin possa adquirir uma participação de 10% da Cosan, resultando em uma participação total próxima ao limite de 15% da cláusula de defesa contra aquisições hostis, que poderia ser negociada. No geral, permanecemos mais otimistas em relação à Rumo do ponto de vista operacional. Números para 2026 se tornam mais claros com potencial de alta nos preços".
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 10 de mar.
🚂 $RAIL3 | $UGPA3 e Perfin negociam compra de participação A Ultrapar, liderada por seu chairman Marcos Lutz, estaria em negociações com a gestora Perfin para adquirir uma participação na Rumo, segundo reportagem da Bloomberg. As conversas ainda estão em estágio inicial e detalhes como tamanho da fatia e estrutura da transação seguem em aberto. A expectativa é que a Perfin tenha uma participação menor que a da Ultrapar. O movimento ocorre em um contexto em que a $CSAN3, controladora da Rumo, vem discutindo alternativas estratégicas para seu portfólio, possivelmente incluindo venda parcial de ativos. Desde 2025, BTG e Perfin já entraram na estrutura de controle da Cosan por meio de um aumento de capital, o que reforçou a narrativa de otimização de portfólio e eventual monetização de participações. ⸻ 🔎 Possíveis estruturas da transação Nosso cenário-base considera três pontos principais: 1️⃣ Compra inicial de ~10% da Rumo Ultrapar e Perfin poderiam adquirir cerca de 10% da participação da Cosan, levando sua posição total próxima ao limite da poison pill de 15% existente na companhia. Esse limite poderia ser contornado via alteração estatutária ou adesão ao acordo de acionistas. 2️⃣ Compra da participação total da Cosan (menos provável) Uma aquisição integral poderia levantar discussões sobre tag-along e mudança de controle, mas não parece ser o cenário mais provável neste momento. 3️⃣ Preço potencial da transação O estatuto da Rumo define o preço da poison pill como o maior entre alguns critérios pré-definidos. Excluindo algumas metodologias menos prováveis, o intervalo estimado ficaria entre R$19,30 e R$21,30 por ação, representando 21%–34% de prêmio sobre o último fechamento. ⸻ 📊 Leitura estratégica Caso a operação se concretize, Ultrapar e Perfin poderiam se tornar acionistas relevantes da Rumo, potencialmente próximos ao limite estatutário de 15%. O timing parece alinhado com movimentos estratégicos recentes de ambas as partes — incluindo rumores de venda de ativos da Ultrapar, como Ipiranga e Ultracargo, e a agenda de desalavancagem/rotação de ativos da Cosan.
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