USIMINAS PNA É A 2º MAIOR ALTA DO IBOVESPA; SOBE 8,03%; A R$ 11,98
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Rodrigo Costa
@rodrigoadcosta
· 17 de mar.
$USIM5 $GGBR4 📉📈 UBS BB ELEVA RECOMENDAÇÃO DE USIMINAS PARA COMPRA E PREÇO-ALVO DE R$ 6,80 PARA R$ 9 O banco elevou a recomendação das ações da Usiminas para compra, com preço-alvo de R$ 9, o que equivale a um potencial de ganho de 41,1% no comparativo com o fechamento do papel no pregão de ontem. O UBS BB avalia que a companhia está melhor posicionada entre os pares diante das medidas antidumping impostas ao aço importado, principalmente o chinês. "Acreditamos que a empresa está bem posicionada para capturar os esforços de aumento de preço em andamento por parte das usinas e distribuidores domésticos, enquanto também ganha participação de mercado das importações chinesas", disseram os analistas Caio Greiner e Arthur Biscuola, em relatório. Segundo a instituição, a empresa poderá alcançar um potencial de margem Ebitda na divisão de aço de 13% a 15% nos próximos trimestres (mais provavelmente em 2027), ante uma margem de cerca de 6% em 2025 - um impacto de alavancagem poderoso para os acionistas. "Calculamos que a ação está precificando apenas 9% de margens Ebitda, então ainda vemos potencial de alta e elevamos a Usiminas para Compra. Também definimos um novo preçoalvo R$ 9,00 (acima de R$ 6,80) assumindo um múltiplo 4,7 vezes." O banco reforça a leitura de que a Usiminas estaria bem posicionada para capturar aumentos de preços conduzidos por usinas e distribuidores e para ganhar participação diante da redução das importações chinesas de aços planos. O UBS BB afirma que a margem teria ficado em torno de 4% no quarto trimestre de 2025 e atribui parte desse resultado à sazonalidade, projetando recuperação para 7% a 8% no primeiro trimestre de 2026, com melhora gradual ao longo dos trimestres conforme os reajustes avancem. O banco também pondera que pressões de custos - com placas e carvão mais caros - devem ser parcialmente compensadas por diluição de custos fixos e melhora de mix. A instituição espera que as importações chinesas de aços planos sejam drasticamente reduzidas e vê a participação hoje ocupada pela China como espaço a ser disputado, com outras regiões absorvendo apenas parte, enquanto as usinas locais seriam as principais beneficiárias. Para o banco, o segmento de laminados a frio (CRC) e revestidos respondem por cerca de 52% dos embarques da Usiminas, enquanto HRC representa cerca de 34%. Nessa tese, o UBS BB assume que a empresa absorverá parte do volume deixado pelas importações chinesas, elevando seus embarques em cerca de 10% e reduzindo o custo por tonelada em 2% a 3% por efeito de diluição de custos fixos. O UBS BB ressalta que o setor siderúrgico brasileiro começa a ganhar atratividade com o avanço de barreiras comerciais, após um período de três a quatro anos em que a tese foi contaminada com o aumento das importações, principalmente da China. Para se ter uma ideia, as importações totais de aço no Brasil chegaram a cerca de 6,4 milhões de toneladas em 2025, cerca de três vezes o nível de 2019, o que pressionou preços e margens no mercado doméstico. Desde o início da cobertura, o banco diz que defendia a preferência por regiões mais protegidas para reduzir a exposição a dinâmicas globais desafiadoras de oferta e demanda e aos fluxos de exportação chineses. Agora, o UBS BB afirma estar mais confiante na capacidade do Brasil de defender a indústria local porque as medidas antidumping recentemente implementadas já cobrem cerca de 40% das importações totais do País, com possibilidade de novas iniciativas. Para o banco, períodos de aumento do protecionismo estão entre os poucos pontos de inflexão que fazem investidores ficarem mais construtivos com ações de siderúrgicas - movimento que, segundo o UBS BB, já ocorreu em Estados Unidos, União Europeia e México. Nesse contexto, a instituição diz acreditar que “é a vez do Brasil” e aponta a Usiminas como principal beneficiária desse cenário, enquanto mantém recomendação de compra para Gerdau.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 17 de mar.
$USIM5 $GGBR4 $GOAU4 **UBS - Brazilian Steels: Trade Shield Optimism; Upgrade USIM to Buy** O setor siderúrgico brasileiro se apresenta cada vez mais atrativo após a implementação de medidas protecionistas mais robustas. Como ocorreu em outras regiões, incluindo os Estados Unidos, a União Europeia e o México, **investidores em siderurgia tendem a se posicionar antecipando os efeitos do protecionismo, especialmente à medida que os benefícios se tornam mais evidentes.** **Temos convicção de que a Usiminas irá elevar materialmente suas margens no aço a partir dos patamares de aproximadamente 6%** registrados em 2025, e enxergamos potencial de expansão para 13–15% até 2027. Entendemos que o pleno potencial dos reajustes de preço e da expansão de margens ainda não está incorporado nas ações da USIM, **mesmo após a recente valorização do papel.** 🟢 Fazemos, portanto, o upgrade para Compra, com as ações negociando a aproximadamente 2,5x EV/EBITDA nos estimados de 2027 e introduzimos um novo preço-alvo de R$ 9,00, elevado de R$ 6,80, assumindo um múltiplo de 4,7x EV/EBITDA para 2026 versus aproximadamente 4,0x anteriormente. 🟢 Mantemos também nossa recomendação de Compra para a Gerdau, pois **continuamos identificando potencial de alta nas margens nos Estados Unidos que ainda não está precificado pelo mercado.** Reduzimos levemente nosso preço-alvo para R$ 24,00, de R$ 25,00, com base em um múltiplo EV/EBITDA de 4,7x para o final de 2026, inalterado.
Leandro
@leandroaf8
· 17 de mar.
Leandro
@leandroaf8
· 16 de mar.
Leandro
@leandroaf8
· 13 de mar.
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