VALOR: ANA PAULA VESCOVI DEIXA SANTANDER; SANDRO SOBRAL ASSUME ÁREA ECONÔMICA
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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 28 de fev.
$ITUB4 $BBDC4 $BBAS3 $BPAC11 $ROXO34 $SANB11 $INBR32 **Bancos brasileiros: ROE de primeiro mundo. Imposto tupiniquim!** Os bancos brasileiros estão, sim, entre os mais rentáveis do planeta, e em alguns casos, com ROE acima de 20% e chegando perto de 30% em períodos específicos. E isso acontece mesmo com uma carga tributária elevada sobre o lucro (que pode ficar bem acima de 40% quando somamos IRPJ + CSLL e outros efeitos). Dito isso, nos preços atuais, ainda existe alguma oportunidade assimétrica?
Iuri Franceschini
@iurii_fr
· 27 de fev.
Setor financeiro é um dos destaques no ano, subindo 20% em apenas 2 meses. -Maiores performances do IFNC: $BBAS3 $B3SA3 -Piores performances do IFNC: $BRBI11 $SANB11.
Iuri Franceschini
@iurii_fr
· 24 de fev.
$SANB11 queda atípica... Papel Caiu 5.69%, fechou cravado nas mínimas. Essa foi a maior queda diária desde Nov/2022. Merece atenção dos comprados, papel opera firme abaixo dos níveis pré-balanço, cenário técnico ficando feio e com cara de queda.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 20 de fev.
$ITUB4 $BBDC4 $BBAS3 $SANB11 $INBR32 $ROXO34 $ABCB4 **| Citi vê efeito limitado em lucros de bancos brasileiros em 2026 com antecipação de contribuições ao FGC** Parece que o impacto potencial é bastante limitado nos lucros dos principais bancos brasileiros em 2026 em razão de mudanças no arcabouço de financiamento do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), após a liquidação do Banco Master e seus desdobramentos drenarem uma parte relevante do caixa do FGC. O mecanismo central da revisão envolve um adiantamento de capital e uma sobretaxa operacional recorrente, ou seja, a obrigação dos bancos de adiantar 84 meses de suas contribuições ordinárias (1 bps dos depósitos elegíveis), em um processo que pode incluir um adiantamento imediato de 60 meses em 2026 e adiantamentos de 12 meses em 2027 e 2028, bem como apontaram uma contribuição extraordinária de 6 bps ao ano. No cálculo sobre os efeitos, os analistas assumiram 100% do CDI como custo de oportunidade para os bancos. A amostra incluiu Itaú Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil, Santander Brasil, Nubank, Banco Inter e ABC Brasil. **Sobre os impactos:** No universo de cobertura do banco, os impactos estão variando de 0,4% do lucro (Nubank) a cerca de 1,9% (Banco do Brasil). Em termos de capital de Nível 1, o impacto parece moderado, em torno de 8 bps do índice do quarto trimestre de 2025. Para BB, Itaú e Nubank, as estimativas podem estar superestimadas, pois foram utilizados todos os depósitos, incluindo operações fora do Brasil, nos cálculos. Dada a natureza extraordinária da situação, o fato de que alguns bancos têm espaço de capital limitado e que as provisões teriam ponderação de risco de 100%, **não descarto a possibilidade de o BCB conceder uma dispensa (waiver) da contribuição.** **Outro ponto mitigador:** os bancos também estão negociando ativamente com o BC para permitir o uso de depósitos compulsórios no financiamento desses adiantamentos ao FGC. Como os compulsórios já são ativos não remunerados mantidos no BC, seu redirecionamento poderia reduzir os custos de oportunidade para os bancos. Espera-se que as instituições acelerem iniciativas de eficiência **e eventualmente reprecifiquem o crédito para preservar suas metas de ROE.**
Joao vitor Oliveira
@joaovitor5683
· 18 de fev.
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