VIVARA S.A. ON É A 2º MAIOR ALTA DO IBOVESPA; SOBE 4,83%; A R$ 21,92
Mover ·
Mover ·
Ativos mencionados
O que a comunidade está dizendo
Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados
Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos
@santafeinv
· 19 de mar.
📊 Vivara | $VIVA3 | 4T25 | 🔴 Negativo O 4T25 mostrou crescimento forte de receita, mas com deterioração relevante de margens, refletindo uma estratégia mais promocional — o que pesou no resultado operacional. 💰 Resultado consolidado • Receita (gross sales): R$1,37bn (+17,5% YoY; em linha) • Margem bruta: 67,3% (-700bps YoY) • EBITDA ajustado: R$286mn • Margem EBITDA: 26,9% (-600bps YoY) • Lucro líquido: R$178mn (-41% YoY; -17% vs. estimativas) 👉 Forte crescimento, mas com queda expressiva de rentabilidade. 📈 Drivers operacionais • 💎 Life (destaque): • +20,4% YoY • 22% das vendas • 🏬 Lojas físicas: • +14,5% YoY • SSS: +11,5% YoY • +39 lojas Life no LTM 👉 Expansão relevante de volume e footprint. 📉 Margens pressionadas • Contração explicada por: • 🔻 Estratégia agressiva de descontos • 🔻 Mix promocional para sustentar crescimento • 🔻 Impactos contábeis (parte da queda) 👉 Mesmo ajustando efeitos, margens ainda caíram: • -160bps YoY (ex-GGF) 📊 Estoques (ponto de atenção) • Dias de estoque: 537 dias (ainda elevado) 👉 Risco de continuidade de pressão promocional. 📉 Balanço • Dívida líquida: R$133mn • ND/EBITDA: 0,2x 👉 Estrutura saudável, sem pressão financeira. 🧠 Tese / leitura • Crescimento sustentado via descontos • Margens comprimidas • Visibilidade limitada de recuperação, especialmente com: • ouro e prata elevados 👉 Risco de pressão estrutural em margens. 🎯 Conclusão 🟢 Crescimento forte de receita 🔴 Margens fortemente pressionadas 🔴 EBITDA e lucro abaixo 🔴 Estratégia promocional preocupante 🟨 Balanço sólido 👉 Resultado fraco em qualidade → viés negativo.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 09 de mar.
$MRVE3 $CYRE3 $DIRR3 $EVEN3 $TRIS3 $RAIL3 $ABEV3 $VIVA3 $PRIO3 $PETR4 $VIST $MELI34 **Brasil — Flash Setorial BTG | 9 de março de 2025** 🟢 **Construção Civil:** O Conselho do FGTS se reúne em 24 de março com pauta substancial para o MCMV, tratando da ampliação de faixas de renda, elevação dos preços máximos (Faixa 3 para R$400k, Faixa 4 para R$600k) e orçamento anual subindo para R$142bi. Potencial adicional de R$50bi via Fundo Social do pré-sal. **Sustentabilidade do programa garantida por 5 - 6 anos segundo as projeções.** 🟢 **Rumo - Recuperação de volumes:** O ajuste tarifário de 2025 comprimiu yields no curto prazo, mas fevereiro entregou 6,9bi TKU (+17% a/a, +23% m/m), com soja no **Corredor Norte como driver.** A leitura é que a estratégia de preços está madura e o volume está respondendo. 4T foi misto (EBITDA abaixo do consenso), mas os volumes deixam conforto para o guidance. Capex 2026 de R$5,5 - 6,1bi permanece alto, mas dentro do que o mercado já precificou. BTG segue com preço-alvo de 23 reais. 🟡 **Alimentos & Bebidas:** Produção de cerveja caiu 0,8% a/a em janeiro após -4,7% em 2025, desacoplando do PIB (+2,3%). Clima adverso e dinâmica de preços explicam o movimento. A visão construtiva para a Ambev **se mantém com o crescimento de volume estimado em 2% a/a em 2026** com Copa do Mundo como suporte. 🟢 **Vivara - Pricing power confirmado novamente:** Monitor de 32,6k SKUs mostra disciplina promocional robusta e capacidade de repasse com ouro +77% e prata +160% em 12 meses. Vivara opera em ticket médio de R$7k (posicionamento premium bem defensável). Life em R$595 compete com Pandora em charms. A tese se sustenta pelo poder de precificação, margem protegida e 11x P/L 2026 ainda oferecendo entrada relativamente atrativa. 🟢 **iFood proxies:** 1,26bi de pedidos em 2025 (+29% a/a), GMV +32%, >70% de market share em delivery de restaurantes. Os números operacionais são impressionantes, **mas o jogo competitivo está mudando:** A disputa deixou de ser sobre delivery de comida e passou a ser entre ecossistemas integrados (Rappi via quick commerce e Mercado Livre via logística ultrarrápida por ex). Farmácias (+78% de pedidos) e supermercados (receita +30% a/a) são os vetores de crescimento, mas ainda consomem caixa. 🟢 **Petróleo & Gás:** Fluxo estrangeiro continua concentrado em três nomes: Petrobras pela resiliência operacional e dividend yield projetado de 10 - 15% em 2027 - 28 (novos FPSOs em Búzios), PRIO3 pelo entusiasmo com Wahoo e potencial de dividendos. Vista como a história de Vaca Muerta com perfil de risco mais controlado. Distribuição de combustíveis doméstica permanece fora do radar estrangeiro. Debate sobre preços da Petrobras segue presente, **mas consenso aponta para ajustes marginais como suficientes.**
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 24 de fev.
$SMFT3 $VIVA3 $LREN3 $CEAB3 $ASAI3 $GMAT3 **BTG Pactual Sector Note - The tax reform is getting closer** A reforma tributária do consumo no Brasil saiu do debate estrutural e entrou em modo de implementação. O modelo de IVA dual, composto pela CBS (federal) e pelo IBS (estadual/municipal), substituirá progressivamente PIS, Cofins, ICMS e ISS entre 2027 e 2033. A fase de testes começa em 2026, a CBS entra em vigor em 2027 e o IBS substitui gradualmente ICMS/ISS a partir de 2029. A alíquota padrão combinada estimada pelo mercado fica próxima de 27 - 28%. O mecanismo mais poderoso da reforma é a **não-cumulatividade plena.** Varejistas poderão creditar o IVA pago sobre praticamente todos os insumos operacionais (logística, frete, aluguel, sistemas de tecnologia, marketing, centros de distribuição, utilities e capex). No regime antigo, a creditabilidade de PIS/Cofins era parcial e os créditos de ICMS eram fragmentados entre estados. Com o novo modelo, a carga tributária efetiva converge para o IVA sobre o valor adicionado apenas. Na prática, um varejista com R$40 bi de receita e 30% de margem bruta gera R$12 bi de valor adicionado. Logo, aplicando 27,9% de IVA, resulta em cerca de R$3,3 bi de imposto líquido, assumindo crédito total sobre a base de custos. **Olhando para as exceções:** Setores específicos se beneficiam de isenções ou reduções. A cesta básica (arroz, feijão, leite) terá isenção ou alíquota reduzida. Medicamentos e produtos de saúde também terão tratamento tributário diferenciado. Pequenos negócios seguem amparados pelo Simples Nacional (receita até R$4,8 mi). Empresas da Zona Franca de Manaus mantêm isenções substanciais sobre ICMS e IPI. **Implicações para varejistas listados:** **Assaí e Grupo Mateus:** operam com alto volume de essenciais e grandes estruturas logísticas. Devem se beneficiar de amplos créditos sobre estoque, frete e distribuição, compensando 80% dos custos de insumos como créditos. **Renner e C&A:** cadeias omnichannel complexas de vestuário. Ganham com tratamento uniforme nacional do IVA e creditabilidade sobre aluguel, marketing e tecnologia. Se recuperarem 40% dos custos de insumos como créditos, compensam totalmente a carga maior do IVA. **Vivara:** margens brutas altas e forte poder de precificação. Bem posicionada para absorver ou repassar o impacto do IVA. Se recuperar 70% dos custos de insumos como créditos, compensará integralmente a carga tributária aumentada. **SmartFit:** caso mais complexo. Negócio intensivo em serviços, com custos concentrados em mão de obra e salários (que não geram créditos de IVA). Receita de assinaturas enfrentará tributação integral do IVA. 📲 Compartilhe este conteúdo com quem investe! Se gostou, deixa o like e ativa as notificações para receber mais conteúdos como este.
Rycher Rodrigues
@rycher
· 18 de fev.
Papel que cabe deixar no radar ai é $VIVA3. Não sei avaliar como ficou a questão dela com o preço do ouro e da prata nessa vol maluca, mas o papel segurou na mm200 e ta alinhando o diário pra cima de novo. Se houver a quebra desse 30,25 abre alvo pro ATH de novo. Já deu uma entrada micro no 28,85, mas não me agradei do volume ainda.
Júlio Vieira
@juliovieiraa
· 11 de fev.
$CEAB3 $LREN3 $VIVA3 $AZZA3 $RIAA3 $TFCO4 **BTG Pactual - The fast fashion anthology** O setor de fast fashion deixou de ser visto como “quem é mais barato” para se tornar “quem perde menos poder de preço enquanto gira mais rápido o estoque”. A disrupção estrutural dos players cross-border é considerada irreversível, e o prêmio de qualidade deve se concentrar nas empresas que internalizarem a nova curva de preço, protegerem o ciclo de caixa e aceitarem um crescimento mais lento, porém mais saudável. O ROIC, que chegou a 30 - 35% em líderes globais no auge, agora gira mais próximo da faixa de 22 - 28% para os melhores nomes, enquanto os demais costumam ficar em patamar de baixa a média casa de teens. Em linha com isso, o setor migrou de um padrão de múltiplos de cerca de 15–20x P/L futuro para algo mais próximo de 10x, mesmo com balanços ainda líquidos, refletindo a leitura do mercado de que se trata de uma categoria de consumo de alta qualidade, porém madura. **Atualização de números e preferência por alta renda:** O BTG atualizou recentemente suas projeções para sete varejistas de moda brasileiras: Vivara, Renner, C&A, Guararapes, Vulcabras, SBF e Track&Field. O segmento, que havia se destacado positivamente no 1S25, agora mostra tendência mais modesta, principalmente entre empresas mais expostas ao público de baixa e média renda, pressionado por juros elevados, alavancagem das famílias e inflação acumulada. Nesse contexto, a casa demonstra preferência por companhias com maior exposição a alta renda, destacando Vivara (cerca de 10x P/L 2026) e Track&Field (cerca de 13x P/L 2026), enquanto o conjunto do setor negocia em torno de 8x P/L 2026 após a recente correção, já embutindo um cenário mais fraco de consumo no Brasil, sobretudo no 1S26. ✅ Se essa informação foi útil, considere deixar o joinha após a leitura da publicação. Abs e bons negócios!
Baixe o app para ver todas as opiniões da comunidade