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VIVEO DIZ ESTAR EM TRATATIVAS PARA REPACTUAR DÍVIDAS FINANCEIRAS

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Lucas Uhlig

Lucas Uhlig

@lucasuhlig

VVEO3

· 09 de mar.

$VVEO3 Opinião do Itaú BBA sobre Viveo no 4T25 A Viveo apresentou crescimento moderado de receitas no 4T25, com avanço de 7% na comparação anual e faturamento de R$ 3,13 bilhões, superando levemente as estimativas. O desempenho foi sustentado por expansão em todos os segmentos, com destaque para Hospitais & Clínicas, que cresceu 7% com a recuperação de volumes após o ciclo de renegociações comerciais ao longo de 2025. Laboratórios & Vacinas avançou 9%, impulsionado pela demanda no mercado privado de vacinas, enquanto o varejo cresceu 8% com a expansão de produtos de marca própria. O segmento de Serviços apresentou crescimento mais moderado, de 2%, refletindo a integração da DF Log e a expansão dos programas de suporte a pacientes. No campo da rentabilidade, a companhia segue em trajetória gradual de recuperação. A margem bruta atingiu 14,3%, avanço de 1,1 ponto percentual na comparação anual, ainda que levemente abaixo das expectativas e pressionada sequencialmente pela maior participação do segmento hospitalar, que possui margens menores. O EBITDA ajustado somou R$ 196 milhões, alta de 20% em relação ao ano anterior, com margem de 6,3%, acima das projeções e também superior ao registrado no 4T24. As despesas operacionais cresceram 12% no período, influenciadas principalmente por maiores provisões para inadimplência e bônus, enquanto despesas comerciais recuaram 5% com ganhos de eficiência logística. As despesas financeiras seguiram pressionando o lucro líquido. Do ponto de vista de geração de caixa, houve melhora relevante no capital de giro, com redução de 11 dias no ciclo de caixa no trimestre, puxada principalmente por queda de sete dias no nível de estoques. Esse movimento contribuiu para redução sequencial de R$ 25 milhões na dívida líquida, levando a alavancagem para 3,97x EBITDA, ante 4,17x no trimestre anterior. Apesar dos sinais de recuperação operacional e melhora gradual de rentabilidade e geração de caixa, a avaliação permanece neutra, com recomendação de market perform para o papel.

Lucas Uhlig

Lucas Uhlig

@lucasuhlig

VVEO3

· 06 de mar.

$VVEO3 Resultado melhor conforme antecipado no último post No final do ano passado conversamos com o time de RI da Viveo e trouxemos uma visão sobre as expectativas para o 4T25 e especialmente o 1S26: se vcs pesquisarem ali na busca podem ver Mas vamos aos resultados do 4T25 A receita líquida subiu 6,6% com destaque para laboratórios e varejo que subiram 8% e 9%, respectivamente, levando a R$3.1 bi no período Um dos pontos interessantes desse movimento é que o canal de hospitais cresceu 17% t/t, fruto de um ciclo de renegociações comerciais que foram feitas ao longo de 2025 e que devem se estender ao longo do 1S26 (esse feedback já tínhamos dado a vocês) Quando olhamos para margem bruta, ela atingiu 14,3% - uma queda de 0.4pp t/t, mas uma alta de 1.1pp a/a. O destaque aqui vem justamente das renegociações de contratos com hospitais (que gerou perda de receita ao longo de 2025), mas que agora volta a se recuperar com reajuste de preços. O lucro bruto cresceu 15,7% a/a para R$447M Quando olhamos para SG&A, houve crescimento expressivo quase 10% a/a, acima da inflação, e que representa bônus para os times - essa linha achei ruim, especialmente pq veio de remuneração num momento em que a cia está crescendo pouco mais que a inflação... Vamos monitorar nos próximos tri Com isso, o EBITDA atingiu R$195M (6,3% de margem) uma melhora de 19% a/a e 0.7pp a/a - fruto dessa melhor margem bruta e o crescimento de top line O grande problema vem agora: resultado financeiro... A despesa financeira atingiu R$190M no trimestre +17% a/a, mesmo com um custo médio de dívida de CDI+1.5%, o que consumiu praticamente todo o resultado operacional da cia e ocasionou um prejuízo líquido de R$55M no tri Quando olhamos para dívida líquida, a cia está com relação de 3,9x pro EBITDA - o que mostra desalavancagem sequencial, mas muito perto dos covenants de 4x e com esse juros altos impossibilita que a empresa tenha lucro esse ano O FCL de R$ 519,1 milhões em 2025 representa mais que o dobro de 2024 (R$ 206,2 milhões) e um recorde histórico para a companhia. Os três pilares da melhora foram: (i) expansão do FCO para R$ 670,4 milhões (+71,2% a/a), impulsionado pela disciplina de capital de giro; (ii) redução do ciclo de caixa de 52 para 44 dias; e (iii) CAPEX em queda de R$ 185,3 milhões em 2024 para R$ 151,3 milhões em 2025 (-18,3%). A companhia manteve antecipação de recebíveis em patamar estável de R$ 250 milhões no trimestre, que deve ser monitorado como variável de gestão de liquidez. Por fim, a cia deve aprofundar agora na rolagem da dívida de cerca de R$1 bi esse ano, o que é um ponto de atenção e risco para a tese Por fim, acredito que a cia está fazendo seu dever de casa, está conseguindo reduzir alavancagem e melhorando margem, porém o ambiente macro é de muita dúvida e tira bastante o interesse do mercado nesse tipo de tese por enquanto!

Júlio Vieira

Júlio Vieira

@juliovieiraa

VVEO3

· 06 de mar.

$PETR4 $ENEV3 $CPFE3 $LREN3 $FLRY3 $TTEN3 $TRIS3 $TEND3 $VVEO3 **SNAPSHOT DOS RESULTADOS 4T25 - 06.03.2026** 🟡 Petrobras [ = ] Em linha pelo EBITDA de US$ 10,9 bi. O capex de US$ 6,6 bi veio 20% acima da projeção, confirmando o ciclo pesado de investimentos e limitando potencial aumento dos dividendos. Hoje, a PETR4 tem um Yield de fluxo de caixa abaixo de 9% e um DY anualizado que, no melhor nos casos, **ficará em linha com o IDIV.** 🟡 Eneva [ = ] Em linha pela queda na alavancagem (2,6x ND/EBITDA) e EBITDA afetado por itens não recorrente à operação da empresa. O mercado ainda segue mais atento ao próximo leilão de capacidade (mar/26). As estimativas projetam que a Eneva vença contratos que somam R$10,4/ação no base case, **incluindo recontratação de P1/P3, carvão**, expansão em Sergipe e ativos adquiridos do BTG. 🟢 CPFL Energia [ = ] BEAT pelo EBITDA que veio levemente acima do esperado apesar da piora no lucro bruto, ainda pressionado pelo curtailment. Grande destaque foi a surpresa positiva dos dividendos de R$ 4,3 bi (Dividend Yield de 9,2%), bem acima das projeções. 🟡 Lojas Renner [ = ] Apesar do lucro 5% abaixo do consenso (pelos write-offs), o FCF de R$ 562 milhões e a posição de caixa líquido de R$ 1,5 bi dão conforto para retorno ao acionista. O que joga contra é o crescimento de apenas 3,3%, mesmo considerando a margem do varejo positiva. E como a empresa negocia a 10,5x p/e, seria interessante algum move de crescimento mais expressivo para justificar esse valuation. Acho justo no preço que está. 🟢 Fleury [ + ] O grande BEAT dos resultados, entregando receita acima do consenso (+12% YoY) e margem de 22,1%. A alavancagem caiu para 1,0x ND/EBITDA, o que é confortável, e o DY de 6% reforça o perfil defensivo da companhia num ambiente de juros ainda elevados. Gosto bastante do nome. 🔴 3Tentos [ - ] EBITDA de R$237mn ficou -18% vs. estimativas (R$285mn), penalizado pela combinação de **fretes mais caros** (participação do MT no volume subiu de 37% para 49%), margem comprimida na Indústria por paradas programadas em Ijuí e Vera, e spread farelo sob pressão. O segmento de Insumos foi o destaque positivo, com margem de 23,2% (+3,5 p.p.), o melhor nível em dois anos, e o management sinalizou que jan-fev/26 já crescem +36% a/a. Trimestre de piso. [ ? ] O grande foco para 2026 é o ramp-up da usina de etanol POAN/MT e a normalização do ciclo industrial. Frete (logística chegou a 9,8% da ROL vs 4,6% no 4T24, puxada pelo peso do MT no mix). O hedge foi o que evitou um tombo maior. 🟡 Trisul [ = ] Receita de R$440mn (+5% a/a) e lucro de R$63mn (-13% a/a), em linha com estimativas. ROE saudável de 17%. A exposição crescente ao segmento de baixa renda via Elev é o principal vetor de crescimento da tese. Valuation de 6,5x P/E 2026 é atrativo para o perfil da empresa, com alavancagem controlada (ND/Equity 37%). Porém, é necessário monitorar VSO tria tri para justificar potenciais re-ratings. 🟡 Tenda [ + ] Apesar do BEAT na receita e lucro, a Alea manchou um pouco a foto por causa da pressão nas margens (prejuízo de 50mn, acima do esperado). Porém, a operação Tenda segue firme nas vendas (+27% YoY), então o mercado deve continuar dando o benefício da dúvida. No valuation atual (6x p/e 2026e), pode ser uma oportunidade tática se o mercado penalizar o balanço. 🟡 Viveo [ + ] Supresa positiva da noite, com receita e EBITDA acima das estimativas do mercado. A margem também veio acima (+70 bps YoY), confirmando o 5º trimestre de expansão. O fluxo de caixa também melhorou, mas ainda é insuficiente para pagar os vencimentos. Cia deve começar a entregar lucro no 2S26. O ponto de atenção segue em torno da alavancagem (4x ND/EBITDA).

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

VVEO3

· 06 de mar.

📊 Viveo | $VVEO3 | 4T25 | 🟨 Recuperação operacional continua, mas alavancagem segue elevada A Viveo apresentou um 4T25 sólido dentro do processo de turnaround, com crescimento de receita, melhora de margens e menor impacto de itens não recorrentes. A receita líquida atingiu R$3,1bn (+7% YoY), cerca de 10% acima das estimativas, refletindo a estratégia da companhia de priorizar contratos mais rentáveis e melhorar a eficiência operacional 🏥. O EBITDA ajustado somou R$196mn (+19% YoY), também 9% acima das estimativas, enquanto a margem EBITDA avançou para 6,3% (+70bps YoY). Esse movimento marca o quinto trimestre consecutivo de expansão sequencial de margem, reforçando o progresso do processo de reestruturação. 💰 Resultado líquido ainda negativo Apesar da melhora operacional, a companhia registrou prejuízo contábil de R$78mn no trimestre. Em base ajustada — excluindo itens não recorrentes e amortização de goodwill — o prejuízo foi de R$56mn. 📉 Geração de caixa e capital de giro A geração de caixa livre após capex foi positiva em R$228mn, uma melhora relevante frente ao -R$438mn no 4T24. Houve também melhora na dinâmica de capital de giro: • Dias de contas a receber: 54 (vs. 56 no 3T) • Dias de estoque: 56 (vs. 63 no 3T) • Dias de contas a pagar: 65 (estável) Durante o trimestre, a companhia também antecipou R$250mn em recebíveis. 📊 Alavancagem e estrutura de capital A dívida líquida encerrou o trimestre em R$2,78bn, queda de R$25mn QoQ, levando a ND/EBITDA proforma para 3,97x (ou 4,97x considerando obrigações de M&A). O covenant atual exige ND/EBITDA de até 4,0x em mar/26, e a companhia já iniciou negociações com credores para alongar vencimentos, considerando que R$1,15bn da dívida vence em 2026. 🎯 Conclusão 🟩 Receita e EBITDA acima das estimativas 🟩 Margens em recuperação (5º trimestre consecutivo) 🟩 Forte melhora na geração de caixa 🟥 Alavancagem ainda elevada Os resultados reforçam o progresso operacional da Viveo, mas a desalavancagem continua sendo o principal ponto de atenção para a tese de investimento.

Investindo no futuro

Investindo no futuro

@investindonofuturo

VVEO3

· 03 de mar.

$PFRM3 https://www.infomoney.com.br/mercados/profarma-compra-4bio-da-rd-saude-por-r-600-milhoes/ Movimentação mega interessante da Profarma, a empresa já atuou nesse segmento e vendeu a sua empresa para a Viveo $VVEO3 em 2021. O dia hoje não é bom no mercado e acredito que o mercado veja essa movimentação de maneira negativa, pelo tamanho da aquisição e pelo fato de a empresa ter que diminuir a distribuição de dividendos futuramente. Minha opinião: Acredito que o movimento é positivo, a Profarma precisava encontrar novos caminhos para crescimento e consolidação da empresa. Vejo muita expertise da empresa para tocar a nova empresa e trazer sinergia com os negócios que ela já atua. O valor pago se comparado com a empresa que foi vendido em 2021 é atrativo e acredito que quem investe olhando mais pro longo prazo, vai ver muito valor sendo gerado. $DMVF3: com essa alavancagem da Profarma, fica cada vez mais improvável o fechamento de capital da D1000, o que eu como acionista da D1000 fico muito feliz. A D1000 hoje opera com um desconto irreal frente aos seus pares e seria muito ingrato entregar as ações ao controlador por um preço tão barato.

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