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Walmart fecha contrato com Constellation para fornecimento de energia nuclear

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O Walmart está assinando, pela primeira vez, um contrato de longo prazo para a compra de energia nuclear, um sinal promissor de que o futuro do setor é sustentado por mais fatores do que apenas o “boom” dos data centers de inteligência artificial (IA).

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Opiniões de investidores sobre os ativos mencionados

Otavio Filho

Otavio Filho

@otavioscafe

WALM34

· 19 de fev.

$AMZN $AMZO34 $WMT $WALM34 | **Amazon supera Walmart e vira a maior empresa do mundo em vendas** A Amazon assumiu hoje o topo do ranking global de receitas ao ultrapassar o Walmart, algo que não acontecia há mais de uma década. Em 2025, a companhia registrou vendas líquidas de US$ 716,9 bilhões, alta de 12,4% na comparação anual, contra US$ 713,2 bilhões do Walmart. O movimento é simbólico. O Walmart foi por muitos anos a referência absoluta em faturamento global no varejo. Agora, vemos a consolidação de uma virada estrutural: o consumo cada vez mais digital e a força dos serviços de tecnologia elevando a Amazon a um novo patamar. Nos últimos 10 anos, a receita da Amazon cresceu em ritmo cerca de 10 vezes superior ao do Walmart. Esse avanço foi impulsionado por dois grandes vetores: 1. a migração do consumo para o online 2. o crescimento acelerado da Amazon Web Services (AWS) Em 2025, a América do Norte ainda foi o principal motor de receita, com US$ 426,3 bilhões (+10%). Mas o grande destaque foi a AWS, que cresceu 20% no ano, alcançando US$ 128,7 bilhões. Ou seja, a Amazon hoje não é apenas varejo — é também uma gigante de infraestrutura digital. No lucro, a empresa também entregou resultado forte: US$ 77,7 bilhões em 2025, alta de 31,3% versus 2024. A expansão de margens e o ganho de escala mostram que o modelo híbrido (varejo + nuvem) está funcionando. O mais interessante aqui é a transformação estrutural: a maior empresa do mundo em vendas deixou de ser um varejista tradicional e passou a ser uma plataforma tecnológica com múltiplas frentes de receita. Para quem acompanha o papel, o ponto-chave é entender se esse crescimento da AWS segue sustentando expansão de margem e múltiplos mais elevados no longo prazo. A mudança de liderança global em receita reforça que estamos falando de uma empresa cada vez mais dominante — não só no e-commerce, mas na infraestrutura da economia digital.

Gabriel Junqueira  - Santa Fé Investimentos

Gabriel Junqueira - Santa Fé Investimentos

@santafeinv

WALM34

· 12 de jan.

🤖🛒 $WALM34 e $GOGL34 levam a IA para a camada transacional do varejo - Relatório do BTG Pactual A parceria entre Walmart e Google, anunciada recentemente, marca uma mudança estrutural na forma como grandes varejistas estão se posicionando dentro das jornadas de consumo mediadas por IA. Ao integrar todo o stack de comércio do Walmart diretamente ao Gemini, a iniciativa deixa de tratar a IA apenas como ferramenta de descoberta ou marketing e passa a incorporá-la ao núcleo da transação: busca de produtos, personalização, formação de carrinho e checkout passam a ocorrer dentro de uma interface conversacional única. O ponto central é a compressão do funil de compra, com a conversão acontecendo no próprio agente de IA, reduzindo fricções como troca de apps e navegação em sites 📉. Do ponto de vista estratégico, o movimento sinaliza que a disputa está migrando da aquisição de tráfego para o controle da execução, onde intenção vira transação. Ao usar o Universal Commerce Protocol do Google, o Walmart garante que o Gemini tenha acesso a preços, disponibilidade e opções de entrega em tempo real. Importante notar que o Walmart mantém o papel de merchant of record, preservando controle sobre preços, dados e fulfillment. Trata-se, portanto, de uma aliança pragmática: o Google fornece a interface e a orquestração via IA, enquanto o Walmart aporta escala, densidade logística e profundidade de sortimento ⚙️. Esse movimento se insere em uma transição mais ampla para o chamado agentic commerce, no qual agentes de IA passam a mediar decisões e compras em nome do consumidor. Nesse modelo, relevância deixa de depender de SEO, engajamento em apps ou mídia paga, e passa a depender da capacidade de estruturar catálogos, regras de preço e logística para consumo por máquinas. A iniciativa posiciona o Walmart como um parceiro preferencial de execução para agentes de IA, garantindo visibilidade quando a compra ocorre via interfaces conversacionais, algo particularmente relevante à medida que assistentes de IA se tornam persistentes e cross-category 🧠. Há, contudo, um equilíbrio delicado entre alcance e dependência. Embutir o comércio dentro do Gemini amplia o acesso à demanda no estágio de formação de intenção, mas também fortalece o papel do Google como intermediário. Com o tempo, plataformas de IA que controlam a interface com o usuário podem ganhar poder sobre priorização de ofertas, monetização e acesso a dados, replicando dinâmicas já vistas em marketplaces. Nesse sentido, players de grande escala, com logística própria, marcas fortes e poder de precificação, como o Walmart, estão mais bem posicionados para negociar e proteger margens, ao contrário de varejistas menores, mais sujeitos à comoditização 🧱. Do lado das plataformas, a integração comercial aumenta a utilidade e a recorrência do Gemini, aproximando-o de um hub transacional, em linha com movimentos observados em outros ecossistemas, como iniciativas da Shopify para tornar seus lojistas “agent-ready” e avanços de OpenAI em fluxos de checkout instantâneo 🔁. Em síntese, a parceria Walmart–Google deve ser vista como um sinal precoce de uma inflexão estrutural, e não como uma inovação pontual. À medida que o comércio passa a ser otimizado para interações máquina-a-máquina, ganham vantagem os varejistas capazes de entregar dados confiáveis, fulfillment previsível e economia de escala. Mais do que adotar IA rapidamente, o diferencial estará em reter o controle econômico à medida que as interfaces se tornam abstratas. Nesse sentido, a estratégia do Walmart, cooperar com plataformas de IA sem abrir mão da transação, parece bem alinhada com o novo mapa competitivo do e-commerce 📊.

Ronny Nascimento Nunes

Ronny Nascimento Nunes

@ronnynascimento

WALM34

· 20 de jan.

Análise Técnica de $WALM34 Tendência: Alta consolidada com suporte em R$ 33,82. Indicador ROC: Indica força compradora consistente no curto prazo. Resistência 1: R$ 36,16 Resistência 2: R$ 37,49 Suporte 1: R$ 33,82 Suporte 2: R$ 32,73 Ponto de Compra: Rompimento de R$ 36,16 com volume, mirando R$ 37,49. Ponto de Stop: Perda de R$ 33,82, indicando teste em R$ 32,73. Minha Avaliação: A ação está otimista, mas precisa romper R$ 36,16 para manter a tendência. Análise Técnica de WALM34 Tendência: Alta consolidada com suporte em R$ 33,82. Indicador ROC: Indica força compradora consistente no curto prazo. Resistência 1: R$ 36,16 Resistência 2: R$ 37,49 Suporte 1: R$ 33,82 Suporte 2: R$ 32,73 Ponto de Compra: Rompimento de R$ 36,16 com volume, mirando R$ 37,49. Ponto de Stop: Perda de R$ 33,82, indicando teste em R$ 32,73. Minha Avaliação: A ação está otimista, mas precisa romper R$ 36,16 para manter a tendência.

Ronny Nascimento Nunes

Ronny Nascimento Nunes

@ronnynascimento

WALM34

· 26 de dez.

Ronny Nascimento Nunes

Ronny Nascimento Nunes

@ronnynascimento

WALM34

· 22 de nov.

$WALM34 dando compra com stop em 30,06 e $MSCD34 com stop em 95,60

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