Rodrigo Costa
@rodrigoadcosta · 13 de março de 2026 às 11:01
🛢️ GOLDMAN SACHS REVISA PETRÓLEO PARA US$ 77 E ALERTA PARA IMPACTO NA AMÉRICA LATINA 📌 Conflito no Oriente Médio elevou o petróleo e levou o Goldman Sachs a revisar a projeção do Brent em 2026 para US$ 77 por barril, considerando 21 dias de interrupção no Estreito de Ormuz 📌 No início do ano, a estimativa era de US$ 56; antes da guerra, em fevereiro, o banco já havia elevado a projeção para US$ 64 📌 Cenários de risco indicam petróleo médio de US$ 82 em 2026 com 30 dias de fechamento de Ormuz e até US$ 105 caso a interrupção dure 60 dias 📌 O banco estima que o preço do petróleo já subiu cerca de 40% desde o início do ano 📌 Exportadores líquidos de petróleo na América Latina: Argentina, Brasil, Colômbia e Equador 📌 Importadores líquidos: Chile, México e Peru, que tendem a sofrer mais com o choque de preços 📌 Cada alta de 10% no petróleo pode elevar a inflação regional em cerca de 0,3 ponto percentual e pressionar os juros de curto prazo em 0,1 ponto 📌 O impacto inflacionário direto na região varia entre 0,1 p.p. e 0,4 p.p., sem contar efeitos indiretos em transporte e alimentos 📌 O banco elevou a projeção de inflação no Brasil para 4,4% em 2026, aumento de 0,3 ponto percentual 📌 A expectativa é que o Copom inicie cortes de juros de 25 pontos-base, com a taxa terminando 2026 em 12,5% 📌 No Chile, o Goldman revisou a inflação para 3,5% e retirou um corte de juros previsto para o primeiro semestre 📌 No México, o banco manteve o corte de 25 pontos-base em março, mas descartou um novo corte na reunião de maio 📌 Na Colômbia, o Goldman espera uma alta de 100 pontos-base em março, acima dos 75 pontos-base previstos anteriormente 📌 No Peru, a projeção segue de juros estáveis 📌 Em crescimento econômico, o banco elevou a projeção do Brasil para 2,0% em 2026 📌 O crescimento do México caiu para 1,6%, enquanto Chile (2,3%) e Peru (2,8%) também tiveram revisões negativas 📌 A previsão para a América Latina caiu 0,1 ponto, para 2,1% em 2026, refletindo inflação mais persistente, dólar forte e condições financeiras mais restritivas
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