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Rodrigo Costa

@rodrigoadcosta · 17 de março de 2026 às 13:32

📉📈 ITAÚ BBA SOBRE ESTRATÉGIA DE AÇÕES NO BRASIL 📌 Mensagem-chave. Estamos atualizando nossa Análise de Taxa de Retorno Total, uma ferramenta projetada para avaliar a atratividade do mercado ao combinar diferentes perspectivas de retorno em um único indicador. Cinco principais conclusões: 📌 Análise de Taxa de Retorno Total – composição em quatro pilares; lucros devem ser a principal fonte de retorno do IBOV. Olhando o IBOV consolidado, com média ponderada dos quatro pilares, vemos o índice com uma TRR de 24,7% para os próximos três anos. Se assumirmos ausência de reprecificação, a TRR cairia para 21,5%. 📌 Detalhamento dos pilares – crescimento de lucros e reprecificação são mais dependentes do cenário doméstico. O crescimento anual composto dos lucros tem a maior contribuição para a TRR consolidada, com 13,7%, enquanto dividend yield, recompra de ações e reprecificação contribuem com 6,3%, 1,5% e 3,2%, respectivamente. 📌 Análise por categoria – setores domésticos oferecem as maiores TRRs, seguidos por financeiros e commodities. Os setores domésticos apresentam as maiores TRRs, mas são os mais expostos ao crescimento de lucros e à reprecificação, enquanto o setor financeiro tem composição mais equilibrada e commodities dependem mais de dividendos. 📌 Nível setorial – setores cíclicos domésticos têm as maiores TRRs. Educação, transporte e consumo são os setores com maiores TRRs, desconsiderando o componente de reprecificação. 📌 Inclusão de risco-retorno no contexto. Preferimos exposição a setores que entregam TRRs atrativas com níveis controlados de beta, como construção residencial (cerca de 30% de TRR, com equilíbrio entre carrego e crescimento), além de utilidades públicas e financeiro, que apresentam TRRs acima do índice com beta próximo de 1.